Tudo Menos Economia

Por

Bagão Félix, Francisco Louçã e Ricardo Cabral

Economia

Ricardo Cabral

7 de Fevereiro de 2018, 12:33

Por

Depois de Janet Yellen, o dilúvio?

A economista que acabou de concluir o seu mandato, que decorreu entre  2014 e 2018, como presidente do Conselho de Governadores do Sistema da Reserva Federal Americana (o banco central dos EUA)  – a primeira mulher a ocupar esse cargo, nomeada pelo presidente Obama, após ter sido vice-presidente da Reserva Federal de 2010 a 2014, durante o segundo mandato de Ben Bernanke – teve alguma sorte no seu timing. Após o amplo programa de expansão quantitativa desenhado e implementado durante… Continuar a ler ›

Ricardo Cabral

4 de Fevereiro de 2018, 14:23

Por

Dois bancos, dois problemas

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) e o Deutsche Bank divulgaram na sexta-feira os resultados relativos a 2017. O desempenho da CGD em 2017 foi bom, como se depreende de vários indicadores. Os resultados antes de provisões, imparidades e impostos aumentam 207,6% entre 2016 e 2017. O crédito malparado diminuiu de 15,8% para 12,1% do total do crédito, uma redução de 2,7 mil milhões de euros, com a cobertura do crédito malparado por imparidades a subir de 52,7% para 57,2%… Continuar a ler ›

António Bagão Félix

1 de Fevereiro de 2018, 08:29

Por

Dividendos, divididos e correios

Li, há dias, que “Portugal vai dar os dividendos mais atractivos em toda a Europa, depois de um ano de 2017 particularmente positivo”. Num contexto em que a tentação dos investidores é elevada face a taxas de juros negativas ou quase nulas, estima-se que os dividendos andem à volta dos 4,5% em relação ao valor das acções cotadas. Ainda segundo a notícia, admite-se que, na Europa, e nesta fase do pós-crise, os dividendos atinjam um número recorde de 323 mil milhões de… Continuar a ler ›

Ricardo Cabral

31 de Janeiro de 2018, 19:44

Por

Jubileu de dívida nos dias de hoje?

Muitos cidadãos consideram que as dívidas devem ser pagas e, por isso, pode parecer-lhes leviano ou chocante que se defenda que o país não deve pagar integralmente a sua dívida pública ou externa. Note-se que duas das grandes invenções das sociedades modernas foram a criação de empresas com personalidade jurídica própria, que nomeadamente são contribuintes fiscais, e a separação do património dos accionistas e gestores do património de alguns tipos de empresas, em particular, as sociedades de responsabilidade limitada e… Continuar a ler ›

Ricardo Cabral

28 de Janeiro de 2018, 19:21

Por

Uma zona euro de credores e devedores?

É interessante, e útil, olhar para algumas séries históricas de variáveis macroeconómicas que ilustram o que ocorre na zona euro. É certo que as estatísticas podem ter várias leituras e, tal como na figura abaixo, o efeito depende do ano base escolhido. No entanto, essas variáveis podem contar uma história. Uma das maiores divergências entre países como a Alemanha e Portugal reflecte-se na posição de investimento internacional líquida, estatística macroeconómica que é uma medida lata das obrigações financeiras (ou seja,… Continuar a ler ›

Ricardo Cabral

24 de Janeiro de 2018, 17:06

Por

Ouro: Uma relíquia do passado?

Certamente. Mas fará sentido que Portugal, um dos países com as maiores reservas de ouro do mundo (13ª posição), aliene as suas reservas de ouro? Existem várias razões para manter as reservas de ouro. Note-se, em primeiro lugar, que o sistema de moeda fiduciária sem convertibilidade, baseado no dólar, é relativamente recente: ocorre com a decisão do presidente Nixon de abandonar esse padrão em 1971, há “apenas” quase 47 anos. Não que se advogue o regresso ao padrão ouro, mas… Continuar a ler ›

Tópicos

Pesquisa

Arquivo