Tudo Menos Economia

Por

Bagão Félix, Francisco Louçã e Ricardo Cabral

António Bagão Félix

António Bagão Félix

Nasci em 1948, em Ílhavo. Vim para Lisboa em 1965, hesitando entre as Economias e as Agronomias. Fiquei-me pelas primeiras, mas o gosto pela natureza e pela botânica continua a ser uma das minhas vitaminas de alma. Andei quase sempre pela actividade seguradora. Em 1980, entrei na política para Secretário de Estado da Segurança Social. Fui Vice-Governador do Banco de Portugal e em diferentes Governos estive nas Finanças, Segurança Social, Trabalho e Formação Profissional. Costumo dizer que sou independente, por convicção e dependente por liberdade. Sou católico e benfiquista, admitindo a heresia de juntar as duas palavras. Gosto de dar aulas e de trabalhar em instituições de solidariedade. Tenho vários livros publicados. Actualmente, sou membro do Conselho de Estado. O que nunca farei? Buscar razões para nada fazer. O tempo perfeito? A paz dentro de mim.

2 de Março de 2018, 15:45

Tudo Menos Economia: um adeus e um até já!

Chega hoje formalmente ao fim o Tudo Menos Economia. Um blog que, para os seus co-autores – António Bagão Félix, Francisco Louçã e Ricardo Cabral – foi um conjunto livre, estimulante e ecléctico dos contributos de cada um para o todo.  Mas, porque o tempo está sempre a mudar ou, na expressão camoniana, estamos diante da “mudança da mudança, tomando sempre novas qualidades” (hoje diríamos, em economia, uma segunda derivada), decidimos deixar o blog Tudo Menos Economia fluir silenciosamente para… Continuar a ler ›

1 de Março de 2018, 10:33

IVA [Ingresso com Valor Animal] nos restaurantes

Começo com uma declaração de interesses: gosto de animais, tenho cão, gatos e galinhas no campo e, às vezes, sou visitado por ouriços, coelhos e até texugos. Tenho, há 19 anos, um papagaio. Uma das minhas filhas é médica veterinária. Dito isto, e depois de o IVA passar para 13% nos restaurantes, eis que surge um novo IVA não fiscal, mas animal, para esta actividade. Os animais ditos de companhia, ainda que não necessariamente domesticados, podem entrar em restaurantes que… Continuar a ler ›

26 de Fevereiro de 2018, 09:08

As árvores já não morrem de pé

Um plátano foi decepado na Avenida da Liberdade em Lisboa. Algumas pessoas de um autocarro de turismo ficaram feridas num insólito choque com a ramagem alta da árvore. Perante o sucedido, abriu-se o inquérito do costume, vai averiguar-se se o veículo teve algum desvio na sua circulação, far-se-ão investigações apropriadas e, certamente, no fim teremos, como nas histórias infantis e apesar de alguns percalços, um final relativamente feliz. O seguro do veículo funcionará com mais ou menos dificuldade e as… Continuar a ler ›

22 de Fevereiro de 2018, 09:11

Era uma vez uma não decisão

Um sociólogo americano escreveu um dia uma historieta que ficou conhecida como o paradoxo de Abilene. Conta-se em poucas palavras: tratava-se de uma família texana que vivia numa cidade chamada Coleman. Num sábado à tarde de muito calor, estando todos em casa, a filha do casal terá lançado para o ar a pergunta se não quereriam ir jantar a Abilene, cidade a cerca de 70 quilómetros. A avó respondeu: se a tua mãe quiser podemos ir; a mãe, por sua… Continuar a ler ›

19 de Fevereiro de 2018, 09:07

O Acordo Mortográfico na AR

A petição “Cidadãos contra o ‘Acordo Ortográfico’ de 1990” é amanhã debatida na AR, bem como um louvável projecto de Resolução do PCP, o único que recomenda o recesso de Portugal do AO, outras medidas de acompanhamento e uma nova negociação das bases e termos de um eventual Acordo Ortográfico. Com base nesta amálgama ortográfica, no que leio e no que até já vi ensinado (!), ficcionei um texto-caricatura para ilustrar este absurdo na nossa língua escrita. A bold assinalei… Continuar a ler ›

15 de Fevereiro de 2018, 09:38

Impostos agora europeizados

O Primeiro-ministro, pressurosamente, anunciou uma proposta de novos três impostos para financiamento do Orçamento da União Europeia. Logo associei tal intenção a uma celebre apreciação de um texto, em que a parte que era original não era boa e a parte que era boa não era original. Nesta proposta, todavia, nada é original e quanto a ser bom … Nada é original, porque há muito se fala nestes três novos tributos que, mais recentemente, foram objecto de um projecto de… Continuar a ler ›

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