Tudo Menos Economia

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Bagão Félix, Francisco Louçã e Ricardo Cabral

Setembro 2017

Francisco Louçã

22 de Setembro de 2017, 07:57

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Anda demasiado nervosismo pelo ar

Há um nervosismo no ar que só pode surpreender. O PSD, mesmo se não for medido pela bitola do Dr. Rangel às quintas-feiras, vai-se enfunando: ora é a lei da imigração, ora os fundos comunitários, ora uma frase do primeiro-ministro, ora o rating, tudo o incomoda, ou seja, não há nada que possamos descortinar nesse apocalipse. O CDS não esconde que Cristas precisa de Lisboa para a sua candidatura seguinte. E, em todos os partidos, as sondagens, frágeis como elas… Continuar a ler ›

António Bagão Félix

21 de Setembro de 2017, 08:21

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“Óscares” para os cartazes eleitorais

Estamos a uma semana das eleições locais. Confesso a minha pouca paciência para ler ou ouvir o que dizem os candidatos. Mais do mesmo, com qualidade em preocupante decréscimo. Admito, porém, que não devo generalizar e que estarei a ser injusto para pessoas que, com coragem, se abalançaram a um inestimável serviço público. Mas nem tudo é monótono. Por exemplo, os cartazes – que hoje é possível conhecer por esse país fora, sobretudo através da Net – têm sempre um… Continuar a ler ›

Ricardo Cabral

20 de Setembro de 2017, 22:00

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É possível ambicionar mais

As notícias na frente económica têm sido excelentes, uma espécie de ciclo virtuoso: crescimento económico ao nível mais elevado dos últimos 17 anos; subida significativa do emprego e baixa na taxa de desemprego muito superior à prevista; bom desempenho das contas externas; muito boas perspectivas para o défice público de 2017; queda das taxas de juro da dívida pública portuguesa; subida do rating da República pela S&P de “lixo” para a classe de investimento. Os ventos parecem soprar de feição… Continuar a ler ›

Francisco Louçã

19 de Setembro de 2017, 08:04

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Os geringonçólogos

No tempo da União Soviética, que deus tenha, havia uma trupe de analistas encartados que se reconheciam como “sovietólogos”. Competia-lhes a tarefa árdua de olharem à lupa para as fotos, que a televisão era pouca, e de colecionarem boatos para poderem chegar à conclusão de que o secretário-geral estava com azia, se fosse o caso, ou outra infâmia qualquer. Da influência de casos desse tipo nos misteriosos destinos do planeta reza a história. Suponho que, perante o inesperado, é assim… Continuar a ler ›

António Bagão Félix

18 de Setembro de 2017, 08:01

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O ridículo não vota. Que pena, não haveria abstenção…

A taxa de abstenção nos actos eleitorais atingiu números democraticamente preocupantes. Em todo o caso, manda o rigor dizer que o seu valor continua artificialmente empolado. Basta, aliás, atender aos seguintes números: para as eleições de 1 de Outubro, os cidadãos eleitores recenseados são 9.396.680, segundo a Comissão Nacional de Eleições. De acordo com os últimos dados demográficos do INE, a população total é de 10.309.573 pessoas, pelo que a que está recenseada atinge a insólita percentagem de 91,1%! Partindo… Continuar a ler ›

Ricardo Cabral

17 de Setembro de 2017, 12:19

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Portugal já não é “lixo” para a S&P

A subida do rating da República pela S&P de “lixo” (BB+) para a classe mais baixa de “investimento” (BBB-) surpreendeu. A dívida pública nunca atingiu níveis tão elevados – estava em 132,4% do PIB em Junho de 2017 –, embora o Governo argumente que irá cair para cerca de 128% do PIB, após as amortizações de dívida previstas para a segunda metade de 2017. Mas é um facto que a dívida pública, líquida de depósitos da Administração Central, estabilizou desde… Continuar a ler ›

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