Tudo Menos Economia

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Bagão Félix, Francisco Louçã e Ricardo Cabral

Abril 2017

Ricardo Cabral

16 de Abril de 2017, 16:45

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Na terra dos “negócios da China”

Portugal tem vindo a construir, de forma recorrente e sistemática, com governos de diferentes cores políticas, uma reputação internacional para negócios fantásticos. Daqueles em que se conseguem taxas de retorno elevadas em transacções de milhares de milhões de euros. Em pouco tempo… Pretendo neste post analisar uma pequena componente da operação de “doação” do Novo Banco à Lone Star: a oferta de troca para conversão de 500 milhões de euros de obrigações séniores em obrigações subordinadas, valor que passaria a… Continuar a ler ›

Francisco Louçã

14 de Abril de 2017, 10:41

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Santificado seja o teu nome, Donald

Nasceu uma estrela. Trump passou a ser um estadista, falou pelo mundo. Trump passou a ter sentimentos, ficou incomodado com as imagens do ataque químico a Khan Sheikhoun. Trump passou a ser ponderado, não reagiu pelo Twitter mas sentou-se no gabinete de crise. Trump deixou de ser amigo dos russos, ou pelo menos amigo dos amigos dos russos, é cá dos nossos. Trump passou a ser melhor do que Obama, porque Obama acabou por aceitar a sugestão de Trump (vire… Continuar a ler ›

António Bagão Félix

13 de Abril de 2017, 08:47

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A vítima, o estudante e o deputado

Segundo o eticista Thomas Jones (1991), um dos factores éticos determinantes nas nossas acções é a intensidade moral. Esta medida é valorada segundo seis factores: a magnitude das consequências da acção ou decisão (soma dos seus expectáveis danos ou benefícios), a possibilidade de efeitos (probabilidade de os danos ou benefícios acontecerem), o imediatismo temporal (velocidade com que as consequências podem vir a verificar-se), a proximidade (sentimento de aproximação social, cultural, psicológica, física sobre o impacto das acções e decisões), o… Continuar a ler ›

Ricardo Cabral

12 de Abril de 2017, 08:00

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A nova crise de Cuba… na Síria ou na Coreia do Norte?

Afigura-se-me, ao concluir este texto, na terça-feira ao fim do dia, que estamos a viver, sem nos apercebermos, dias tão perigosos como os dias da crise de Cuba. A reviravolta de Trump, ao ordenar um ataque com mísseis cruzeiros à Síria na passada quinta-feira, no dia em que jantava com o presidente chinês, surpreendeu todos os observadores. Trump que tinha prometido uma aproximação à Rússia, reagiu (ou parece ter reagido) a quente a um ataque com armas químicas, cuja autoria… Continuar a ler ›

Francisco Louçã

11 de Abril de 2017, 12:26

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A geração mais rasca do que a rasca

Para quem sabe tão pouco sobre o que se passou de facto em Torremolinos, esta vaga de sentenças apressadas pode ser arrogância demais. Sem informação certificada, ficamos no domínio do tablóide: um jornal espanhol titulava que os estudantes portugueses tinham “destroçado” um hotel, mesmo que o texto acrescentasse depois, mais comedido, que tinham provocado “destroços”, mas quais não se sabe bem. Entretanto, o próprio hotel prometeu explicações e nunca as deu. Daqui até ao “terramoto” e ao “inferno” ainda vai… Continuar a ler ›

António Bagão Félix

10 de Abril de 2017, 08:31

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A dívida é sagrada, Deus lhe pague!

Números devastadores, os que o Banco de Portugal tornou públicos sobre o total de imparidades entre 2008 e 2016 nos bancos. Quase 50 mil milhões de euros, o que equivale a 28% da riqueza anual do país. Embora não haja a discriminação deste valor agregado, ele é constituído por crédito às empresas e dado como perdido (a maioria do valor total, com destaque para imobiliário e construção), particulares (consumo, muito mais do que habitação), activos financeiros detidos pelos bancos (obrigações… Continuar a ler ›

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