Tudo Menos Economia

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Bagão Félix, Francisco Louçã e Ricardo Cabral

Janeiro 2017

Francisco Louçã

24 de Janeiro de 2017, 09:49

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Balancete de deve e haver na TSU

Na TSU, houve quem corresse riscos desnecessários e, nesses casos, a tentação dos arriscados foi ainda correr em frente. Foi por isso que se chegou a esta situação de minicrise que amanhã terá o seu epílogo no parlamento, com a derrota da proposta governamental, que será imediatamente substituída por um pacote de medidas alternativas. O PSD correu riscos inúteis. Passos Coelho em versão pequeno alfaiate valente dos Irmãos Grimm, “mato sete de cada vez” e até o Marcelo, é o… Continuar a ler ›

António Bagão Félix

23 de Janeiro de 2017, 08:48

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Sinal do(s) tempo(s): a excentricidade do frio no … Inverno

Há dias, li num jornal que “em Lisboa, alunos vão para as aulas de casaco no Liceu Camões”. Ouvi, depois, os conselhos das autoridades de saúde alertando-nos para a necessidade de “andarmos agasalhados”, “protegermos as extremidades do corpo”, “bebermos água”, “fazermos uma alimentação variada e saudável”, “evitarmos andar descalços no chão frio ou molhado”, “darmos preferência a sopas e a bebidas quentes”. Isto e muito mais, como ter sempre uma “lanterna em casa”. De seguida vieram os avisos policromáticos dos… Continuar a ler ›

Ricardo Cabral

22 de Janeiro de 2017, 19:58

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O desempenho orçamental e externo em 2016

O Primeiro Ministro informou, na semana passada, o Parlamento que o défice público “não será superior a 2,3%” do PIB. É um resultado orçamental muito bom, “o menor défice (público) em mais de 40 anos” de democracia. Cerca de 3,5 décimas (i.e., 0,35% do PIB) explica- se pelo perdão fiscal e regime especial de reavaliação de activos. Afigura-se aceitável que se reduzam os juros de mora e custas para dívidas fiscais ao Estado[1]. Note-se que, dadas as elevadas taxas de… Continuar a ler ›

Francisco Louçã

20 de Janeiro de 2017, 16:01

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Depois da paz, só guerra

O Teatro Nacional S. João desceu a Lisboa, ao D. Maria II, para uma curta temporada de “Os Últimos Dias da Humanidade”, uma peça de Karl Kraus encenada por Nuno Carinhas e Nuno M. Cardoso. Kraus, checo (1874-1936), escreveu esta diatribe contra a Primeira Guerra, enquanto os delírios patrióticos santificavam a mortandade. “Os diálogos mais inverosímeis aqui travados foram pronunciados nesta exacta forma; as mais cruéis fantasias são citações”, explica. Metade do texto são citações de tudo, do Estado-Maior, de… Continuar a ler ›

António Bagão Félix

19 de Janeiro de 2017, 08:50

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Errar é (tsu)mano?

Foi publicado o DL n.º 11-A/2017 criando “uma medida excepcional de apoio ao emprego através da redução da taxa contributiva a cargo da entidade empregadora”, que o PCP e BE avocaram para votação parlamentar. Já aqui referi por que julgo errada a subsidiação da TSU para minorar o encargo do aumento do SMN. Aliás, trata-se de um paradoxo: um aumento socialmente conveniente e justo para o qual a economia tem de ser subsidiada para o pagar. Alguma coisa está mal…… Continuar a ler ›

Ricardo Cabral

18 de Janeiro de 2017, 22:17

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A jovem União Bancária …

A União Bancária é um projecto ambicioso iniciado em 2014 e é compreensível que seja difícil ao Mecanismo Único de Supervisão (MUS) do BCE, entidade responsável pela supervisão dos 129 maiores bancos da zona euro, operacionalizar a supervisão única destes bancos, bem como desencadear o início de um processo de resolução bancária. Para as autoridades europeias a União Bancária deveria permitir: quebrar a ligação entre o soberano e a banca de um determinado país membro (evitar que fosse o erário… Continuar a ler ›

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