Tudo Menos Economia

Por

Bagão Félix, Francisco Louçã e Ricardo Cabral

Dezembro 2016

Francisco Louçã

16 de Dezembro de 2016, 10:52

Por

Trump e os trumpinhos

Estamos a atravessar um momento extraordinário de manipulação irresponsável, que se revela no uso de armas de sedução massiva para apresentar a eleição de Donald Trump como business as usual. Em alguns casos, os mesmos que escarneciam da sua grosseria e da ameaça contra adversários, do insulto contra algumas jornalistas e da gabarolice pelo assédio sexual, sugerindo que tal aberração não teria nunca lugar em Washington, esforçam-se hoje por garantir o amansamento da fera, que virá a deslumbrar-se com a… Continuar a ler ›

António Bagão Félix

14 de Dezembro de 2016, 22:21

Por

O Natal dos consumidos (e um pedido)

Estamos a breves dias do Natal. O que sobra em consumismo desenfreado (seja-se crente, agnóstico, ateu ou de um sincretismo de tudo e nada), falta em espiritualidade adventista. É assim cada vez mais, perante a primazia do (de)ter, do comprar, do usar, do trocar. Uma correria sem nexo, acorrentada pela obrigação, mais do que alimentada pelo coração. Uma permuta instrumental que transforma o prazer de dar em desprazer de despachar. Pessoas sujeitas à pressa, à quantidade, à turbulência cheia de… Continuar a ler ›

Ricardo Cabral

14 de Dezembro de 2016, 19:10

Por

Reflexão breve sobre 2016

No Ocidente, 2016 foi um ano marcado pelo protesto eleitoral contra o status quo no Reino Unido, nos EUA e, em menor grau, em Itália e pelo reforço dos partidos e movimentos de extrema direita em diversos países da União Europeia. No mundo, a instabilidade do processo de transição para a nova administração Trump é, porventura, o facto que mais preocupações suscita. Constatam-se choques profundos de grupos de interesse e divisões mesmo entre sectores do partido Republicano e das agências… Continuar a ler ›

Francisco Louçã

13 de Dezembro de 2016, 20:03

Por

A selfie de Marcelo e o ódio sonso de Tavares

Como todos percebemos, o Presidente Marcelo só foi a Cuba para tirar uma selfie com Fidel. A visita de Estado não tinha qualquer outro objectivo. A azia da direita esparramou-se pelo país, mas nenhum dos seus gurus se atreveu a criticar o Presidente. Nem uma palavra. Quando Marcelo mandou mensagem pela morte de Fidel, nem um ai. Quando o governo mandou um ministro ao funeral, silêncio sepulcral. Quando o Papa e Juncker e Merkel e Rajoy mandaram mensagens, caladinhos. Afinal,… Continuar a ler ›

António Bagão Félix

12 de Dezembro de 2016, 08:26

Por

O lápis já não é o que era

Volto ao excelente filme “Eu, Daniel Blake”. A propósito de um pormenor (será?) na cena final da despedida do carpinteiro. Lá estavam os fiéis amigos, os jovens vizinhos que representavam a nova geração com novos sonhos e novos pesadelos, a funcionária da Segurança Social que, ali, simbolizava a coragem e o afecto de ter coração e de se ser solidário, desafiando as normas e os regulamentos (e, por isso, é repreendida pela chefe). E a mãe solteira – com os… Continuar a ler ›

Ricardo Cabral

11 de Dezembro de 2016, 15:29

Por

O novo “coelho da cartola” de Mario Draghi

Desde Alan Greenspan, sobretudo, que banqueiros centrais gostam de utilizar palavras “novas”, místicas, para dar um significado mais ressonante a decisões que adoptam. A palavra “tapering” foi introduzida no discurso das políticas públicas por Ben Bernanke, Presidente da Reserva Federal, em Maio de 2013 (uma palavra antes associada, por exemplo, a uma técnica utilizada por desportistas de alta competição). Com essa palavra, Bernanke pretendia indicar que a Reserva Federal iria reduzir lentamente o volume mensal de compras de dívida pública… Continuar a ler ›

Tópicos

Pesquisa

Arquivo