Tudo Menos Economia

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Bagão Félix, Francisco Louçã e Ricardo Cabral

Março 2016

António Bagão Félix

28 de Março de 2016, 12:00

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O “longe” é sempre distante, a não ser que se torne próximo

Em 1960, era eu um jovem estudante e a televisão dava os primeiros passos em Portugal. Mas, ainda hoje, tenho bem presente o que, em mim, provocou a notícia desenvolvida de um brutal sismo em Agadir na costa marroquina e que matou metade da população da cidade. De tal modo que o medo de um terramoto para mim nunca mais deixou de estar ligado à memória infantil desse acontecimento. Agadir, onde os portugueses estiveram há séculos, é perto de nós…. Continuar a ler ›

Francisco Louçã

28 de Março de 2016, 08:49

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Uma acusação bizarra, ponto final, parágrafo

Ao escrever no PÚBLICO e, em particular, ao comentar assuntos que dominam as notícias, bem sei que me exponho a críticas, todas bem vindas, a correio de ódio, que saúdo com gosto, e a ter que aprender sempre com outros, o que agradeço. Mas não é muito comum ser metralhado por uma jornalista com agressividade, e ainda por cima mal fundamentada, num género muito Observador e que faz as delícias de uma certa polémica ao estilo do eu disse tudo… Continuar a ler ›

Ricardo Cabral

25 de Março de 2016, 14:46

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O Estado da União

Mais dois horrores, que nos tocam de perto, os atentados terroristas que se verificaram esta semana no aeroporto e no metro de Bruxelas – em símbolo, a capital da União Europeia –. É de repudiar a violência contra inocentes, por jovens cidadãos nascidos na Europa, dispostos a morrer e a arrastar o mundo com eles, por fanatismo religioso. De lamentar a perda de vida e o sofrimento humano. Noutros países, em particular no Iraque e recentemente na Turquia, os atentados… Continuar a ler ›

Francisco Louçã

24 de Março de 2016, 09:01

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Um imbróglio em Lisboa

Quem se lembrou de uma coisa destas? Admitamos que o seminário “luso-brasileiro” que vai decorrer na Faculdade de Direito de Lisboa já estava programado antes da crise desencadeada pela golpaça político-judicial em curso no Brasil. Se assim for, há uma questão a que falta responder: como é que se lembraram de marcar um seminário sobre o futuro constitucional do Brasil (e de Portugal, olha só) para o 52º aniversário do golpe que derrubou um presidente eleito e instaurou uma ditadura… Continuar a ler ›

Francisco Louçã

23 de Março de 2016, 10:55

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O horror é uma estratégia política

Os atentados de Bruxelas, como os que os antecederam em Paris, em Madrid, em Londres, em Istambul e noutros lugares, têm uma função política precisa, como muita gente assinalou. Querem impor uma cultura de medo, que desagrega as sociedades porque estimula o ódio religioso, a discriminação social, a desconfiança como modo de ser. Querem banalizar o massacre como afirmação de uma retaliação ou como a regra do ataque militar. O horror é uma política suja, mas é uma política. As… Continuar a ler ›

António Bagão Félix

22 de Março de 2016, 17:18

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Para onde caminhamos?

O horror e a barbárie espalhados no coração da Europa. A Europa discutindo, sem norte, mas com dinheiro, permutas de refugiados e emigrantes árabes. A Turquia fazendo destes indefesos homens, mulheres e crianças moeda de troca para se juntar à União Europeia, mesmo que reduzindo os já de si resquícios de democracia. O directório da União com generosas proclamações, todavia estéreis se, a elas, não estiverem associadas a clareza, a prontidão, a sensibilidade, o humanismo e a eficácia. A estatística… Continuar a ler ›

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