Tudo Menos Economia

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Bagão Félix, Francisco Louçã e Ricardo Cabral

Agosto 2015

Francisco Louçã

26 de Agosto de 2015, 08:43

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A contaminação pela crise chinesa

Portugal é o país europeu com maior investimento chinês no último ano e o quarto em valor absoluto entre 2000 e 2014, só ultrapassado pela Alemanha, Inglaterra e França (ver o mapa, clique para ampliar). Se se concretizar a venda do Novo Banco a uma empresa chinesa, será pelo segundo ano consecutivo o recordista. Pode não acontecer, porque o o BCE está a pressionar o Banco de Portugal para se afastar dos concorrentes chineses. Em todo caso, tudo isto são péssimas… Continuar a ler ›

António Bagão Félix

25 de Agosto de 2015, 13:12

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Exactidão, o que é feito dela?

A exactidão vai cedendo lugar à falta dela. A exactidão dá-se mal com a pressa e nem sempre é compatível com a quantidade que, (só) às vezes, é o seu instrumento de medida. A exactidão abomina o primado da circunstância, tem horror à vacuidade, foge das adversativas. A exactidão é a bússola da personalidade e a geometria da alma. É a medida da justa união entre o rigor e a prudência no sentido tomista do termo (“É necessário que haja… Continuar a ler ›

Francisco Louçã

24 de Agosto de 2015, 08:21

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“Privataria”, de Mariana Mortágua e Jorge Costa

“Privataria” é uma análise das privatizações ao longo dos últimos vinte e cinco anos em Portugal, com uma atenção cuidada em relação aos últimos sucessos de Passos Coelho e de Paulo Portas. Embora alguma desta informação já estivesse disponível (mas não toda, vai ter surpresas), não havia ainda um compêndio tão detalhado acerca do que tem sido um dos pilares do regime: as privatizações, administradas ao sabor das conveniências de clientelas, de estratégias de reconstituição de grupos industriais e financeiros… Continuar a ler ›

António Bagão Félix

22 de Agosto de 2015, 08:45

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Quase tudo à volta de quase futebol

Há dias, escrevi, num jornal desportivo, sobre futebol. Ou melhor sobre o que sobra do futebol, retirado o nuclear, que é o futebol jogado. E o que fica? A mais imperial hiperbolização do dito desporto (nos dois sentidos, para exaltar e para depreciar). O exagero sequestrou a competição. O excesso estiolou a razoabilidade. A imoderação eliminou a sensatez. O futebol, sob a aparente capa de modernismo mundano, nunca foi tão alienante como agora. Eu – que sempre gostei de futebol… Continuar a ler ›

Ricardo Cabral

20 de Agosto de 2015, 19:35

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As alterações na ADSE

A ADSE foi alvo da atenção repetida do XIX governo constitucional. Primeiro, em Agosto 2013, ao aumentar as contribuições dos funcionários públicos de 1,5% para 2,25% do salário bruto. Depois, em Janeiro de 2014, de 2,25% para 2,5%. Posteriormente, em Abril de 2014, a eliminação da contribuição do empregador[1] e nova subida da dos funcionários para 3,5% do rendimento bruto, não só garantiu lucros à ADSE como ajudou a reduzir o défice público, dado que teria sido suficiente, segundo o… Continuar a ler ›

Francisco Louçã

20 de Agosto de 2015, 09:00

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De repente fez-se luz: o milagre dos empregos

O anúncio tonitruante da candidatura de Maria de Belém teve esta virtude: o PS respondeu apresentando de rompante novas contas detalhadas para o seu programa eleitoral e subiu a parada, esperando que se passe a falar de legislativas. Ao apresentar contas com resultados (mas não pressupostos, metodologias e modelo) explícitos, como o tinha feito no passado, o PS contribui para um debate mais claro acerca de compromissos e alternativas. Esse é o saldo positivo da iniciativa, contrastando fortemente com a opacidade e… Continuar a ler ›

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