Tudo Menos Economia

Por

Bagão Félix, Francisco Louçã e Ricardo Cabral

Francisco Louçã

27 de Agosto de 2015, 08:53

Por

Favas contadas no Metro e STCP

metroNos primeiros dias de setembro termina o prazo alucinante (doze dias!) para apresentação de propostas para a concessão do Metro do Porto e dos STCP, o serviço de autocarros urbanos. Haverá depois um ajuste directo para ser tudo mais rápido, negociado sabe deus como. E, assim, o nosso impante Sérgio Monteiro e o seu não menos impressionante ministro conseguirão privatizar um serviço essencial na segunda cidade de Portugal a um par de dias do começo da campanha eleitoral.

Já vimos disto, mudanças de planos directores para obras curiosas nas vésperas de campanha e até depois de derrota eleitoral e com governo à espera da tomada de posse dos sucessores, mas agora não parecia possível este frenesim e este despautério.

Não parecia, mas é assim mesmo. Não é defeito do nosso sistema político, é mesmo feitio. Os favores pagam-se todos, os jeitos cumprem-se todos, os negócios fecham-se todos.

Comentários

  1. Colocado o assunto assim faz com que só os que acham sempre cedo para que se mexer no “Estado” não desconfiem do artigo.
    Infelizmente até pode ser verdade que a privatização dos STCP e METRO do Porto esteja a ser mal feita, mas, tal como no caso da TAP, dizer que se trata de uma privatização precipitada em pouco tempo quando o processo se arrasta há anos, também é demagogia barata.
    Uma coisa é estar-se contra ou a favor, outra é não reconhecer que os custos das reformas a meio e do arrasto de decisões se traduzem numa perda que alguém suporta. Para quem se diz defensor da justiça e dos mais fracos, não haverá dúvidas sobre onde a fatura dessa perda vai parar.
    Discurso não demagógico seria dizer porque a privatização não deve ser feita ou, como fez Rui Moreira, dizer quais os erros em concreto do processo de privatização. Estar-se contra a privatização, procurar impedi-la apoiando qualquer oportunidade de boicote e depois vir dizer que o processo de privatização é “torto” é um processo igualmente “torto”. Talvez que que quer a privatização quer a oposição a essa privatização não tenham caminhos direitos para percorrer. Triste fado.

    1. Defenda a privatização, mas terá que fazer um esforço para apresentar argumentos: é melhor para o utilizador? É melhor para as contas públicas? É melhor para o interesse público e para a gestão estratégica da cidade? A experiência das privatizações recentes demonstra o contrário. Vamos pagar pela venda do Novo Banco (talvez) aos chineses da Anbang, já pagámos pela privatização dos CTT e vamos perder a maior empresa exportadora portuguesa, a TAP, para um fundo especulativo norte-americano. Contente?

    2. A tap é o maior “exportador” de dinheiro público para o seu bolso. Incrível como se mente de forma descarada. Incrível como o maior exportador de Portugal tem uma dívida brutal e só dá prejuízo.

      CTT vendemos porque o estado foi à falência.

      Novo Banco será pago pelo sistema financeiro. Que a CGD faça parte do sistema financeiro e seja pública é um problema de quem gosta de ter bancos públicos. Isso já não se usa em sociedades modernas. Servem para o poder político fazer o que quiser como se viu no tempo do recluso 44 e Varas.

      Mentir é feio!

    3. Quer dizer F. Louçã que não pagaríamos a fatura da simples nacionalização do Novo Banco?
      Quem criou um passivo de 1000 milhões na TAP? Quem paga este passivo?
      O privado não é melhor que o publico. O publico é uma arma nas mãos dos políticos, que a usam tambem para fins não públicos.
      Assim é, e assim será. Privatizar, por sí, torna-se o caminho a seguir. A ideologia perde o sentido, quando a sociedade não está preparada.
      Não consigo perceber F. Louçã, que não seja á luz da renegociação ( não pagamento) das dívidas.
      Acho que todos faríamos melhor sem dívidas.
      Acredito que a direita vá renegociar as dívidas. Conseguirá faze-lo porque quer diminuir o seu crescimento, da dívida.
      F. Louçã, ou Tzipras, nunca negociarão as dívidas, porque querem fazer mais dívida.

    4. Se me é permitido uma breve achega sobre a TAP… O valor exportador da transportadora não está só no balanço ou resultado líquido da empresa. Quando tem valido a TAP na promoção do Turismo? Quanto tem valido a transportadora aérea na ligação ao “espaço lusófono” – seja nas ligações a Luanda ou na redescoberta de Portugal pelo Brasil, e vice-versa?

    5. O meu comentário visava alertar para que no final do dia quem paga o prejuízo dos processos infindáveis são os mais desprotegidos, mas essa convicção (de quem paga) também se alarga às perdas resultado da ineficiência, mau serviço e constantes interrupções dos serviços que as empresas públicas de uma forma genérica apresentam.
      Pessoalmente não tenho nada contra o que é público desde que ele se sujeite ás mesmas regras do privado. O privado pode ser corrupto, mas não tem poder para além do do dinheiro. Quem tem o poder é o Estado e se o privado é corrupto a responsabilidade única é desse Estado.
      Relativamente às pessoas, estas não se dividem entre funcionários do Estado ou do Privado. Cada um está onde está por opção ou casualidade. A sua natureza é seguramente a mesma. As regras a que estão sujeitos é que não são as mesmas vá-se lá saber em nome de que ideal de justiça..

    6. Há anos não, esta história de privatizar as Empresas e Transportes Públicos na AmP, é uma fábula montada pelo Sr. Sérgio que, deste modo, torna visível a sua ignorância no que respeita a politicas de mobilidade, acrescida da mais absurda estupidez por desconhecer que a Concessão de Transportes na Área do Grande Porto, tem uma muito longa história que foi iniciada em finais do Século XIX- A Concessão é propriedade da Câmara Municipal do Porto à qual pertencia, até à nacionalização da Empresa em 1976, assegurar a presidência do Conselho de Administração… Auilo que o Ministro da Economia e o Sr. Sérgio estão a fazer é, quanto a mim, um pesado roubo à Cidade. E prova-se: em Lisboa a Câmara é indemnizada e no Porto a Câmara é esbulhada do seu Património, que não se resume à Frota, mas também às Instalações e equipamentos e à sua Mão de Obra formada na Empresa…!!!

  2. Gostaria de saber o que acontecerá se as concessionárias falirem o negócio? Entregam o negócio de novo ao Estado? As concessões não são mais que trafico de influências e de favores com o rendimento garantido pelo Estado! Porque é que os negócios não são entregues aos privados sem qualquer indemnização compensatória prevista? A resposta está no objectivos dos concessionários, isto é, o lucro, sem qualquer investimento nem melhoramento do serviço prestado porque o serviço de transporte publico não dá lucro em nenhuma parte do mundo, os preços têm de ser regulados para serem acessíveis à população porque o investimento em infraestruturas do Metro é algum que nenhuma empresa privada faria….Isto é uma decisão politica e não económica, em todo o mundo os transportes são públicos e explorados por serviços publicos!

  3. As más notícias: A concessão do Metro do Porto e dos STCP.
    Porém, tendo já o Metro do Porto, os STCP – ou ainda o Metro de Lisboa e a Carris – publicidade suficiente, ousemos falar – e denunciar! – outras concessões (ou a falta delas), paragens, derrapagens e descarrilamentos…
    É que convém sempre lembrar, em matéria de investimento e requalificação dos transportes públicos, que há mais Portugal para além das Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto!

    – E o METRO MONDEGO em que carris anda? Ou já descarrilou de vez…
    Nem a velha automotora, unindo Coimbra a Mirando do Corvo, Lousã e Serpins… nem metro urbano. Isto, após os muitos milhões já investidos. Coimbra e a região centro merecem serem tratadas com mais dignidade!

    – E o que dizer da LINHA DO OESTE? Mais as obras de modernização prometidas… quantos mais atropelamentos serão precisos ainda de noticiar para denunciar a incúria dos governantes!

    – E a LINHA DA BEIRA-ALTA, é para remendar (depois do descarrilamento de um comboio de mercadorias em 2014) e remediar – ou paulatinamente desmantelar? E como vai ficar a construção da ferrovia Aveiro – Mangualde?

    – E o que dizer do fiasco que é a ligação do comboio CELTA: Porto-Vigo? Primeiro, um comboio sem paragens intermédias, desconsiderando o Minho, e as cidades de Viana do Castelo, Braga/Nine (e ainda outras: Barcelos e Famalicão), depois, apostando numa automotora da CP sem conforto e digna de estar num museu ferroviário. Nada comparável, portanto, à modernidade das composições a circular entre Vigo – Pontevedra e Vigo – Compostela – Coronha, quer por Urzaiz, quer por Guixar.
    [Na última viagem que fiz Vigo-Nine, em junho passado, um atraso inexplicável de mais meia-hora implicou mais uma hora de espera no transbordo da estação de Nine a aguardar pelo comboio suburbano proveniente do Porto com destino a Braga – e depois, reclama-se que as linhas não atraem passageiros! Não fora o encanto quase mítico de viajar de comboio e beleza única da paisagens da foz do Rio Minho, prosseguindo pela costa atlântica até Viana e daí rasgando as várzeas do Minho, entre o Lima e o Cávado… não recomendaria. Ainda assim, não obstante a má qualidade do serviço, vale a pena desfrutar – sobretudo se, em lazer ou turismo, dispuser sem stress de muito tempo livre!]

    Agora as boas notícias: – O que é o sistema BRT [Bus Rapid Transit]?
    – BRT: Sistema urbano alternativo para Braga? – Poderão as cidades de Braga e Guimarães ser ligadas por BRT?
    Em Braga, a empresa municipal TUB, que entretanto conseguiu inverter a quebra de passageiros, pretende modernizar a frota de autocarros. E tem sido divulgadas notícias complementares que dão conta da intenção do município em estudar a viabilidade de introduzir alternativas de mobilidade urbana – nomeadamente o sistema BRT .
    Sistema que pode vir a beneficiar também a melhoria das ligação interurbanas entre Braga e Guimarães!
    Vantagens do Sistema BRT: Melhor que o autocarro: Canal dedicado, rapidez, conforto, etc. Mais barato que o Metro: menores custos de instalação e operação, melhores acessibilidade, etc.

    BRT: Braga – Guimarães? http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=75939
    BRT: Uma alternativa ao Metro?: http://www.transportesemrevista.com/Default.aspx?tabid=210&language=pt-PT&id=46133

  4. O mais caricato da situacao e o PS indignar-se mas nao o suficiente para fazer como Corbyn aqui no Reino Unido e afirmar categoricamente que caso ganha as eleicoes reserva o direito de renacionalizar sem prestacao de indemnizacoes aos potenciais compradores……isso sim seria indignacao!

  5. Exatamente! “Os favores pagam-se todos.” Até à última hora. Diz o povo: “até ao lavar dos cestos é vindima.” Questiono-me como foi possível a democracia portuguesa ter gerado este governo, esta forma de exercer poder a partir do Estado, esta maneira de administrar o bem público, em Portugal. Como foi possível tudo isto? Olhando para trás, mais parece que isto tudo, nos últimos quatro anos, não passou de uma pesadelo, de um sonho muito mau. Independentemente de os políticos que estiveram à frente das instituições do Estado(Coelho, Portas, Crato, Maria Luís, Mota Soares, Pires de Lima, Cristas, Aguiar-Branco, Machete, Teixeira da Cruz, Guedes, Moreira da Silva, Miranda Rodrigues, Macedo, Maduro, etc.) jurarem a pés juntos que só tiveram em mente, e por fito, a “coisa” pública – também Hitler e Estaline se consideravam os fazedores do bem para os povos que governavam(!) – tudo isto não passou de uma canalhice. Sim, nas palavras, nos atos, nas medidas, trataram a maior parte do cidadãos deste pobre País como canalhas. O facto consumado foi o pão nosso de cada dia. Será que não se pode fazer melhor? Será que não é possível governar de uma forma mais competente? Será que não há melhores políticos? Este Governo, que se prolongou por mais de quatro anos, deverá ficar para a História como um manual de como não se deve governar um Estado da Europa ocidental no século XXI. Os exemplos abundam, são muitos: aprovar em cima da hora estatutos de corporações(Polícias), cumprindo o que os grupos de pressão exigem; fazer concessões num período que não deve; privatizar tudo o que pode e não pode ao arrepio dos interesses dos seus cidadãos, e em nome de uma ideologia(ultraliberal). E para que não faltasse nada, teve pelo seu lado um Presidente da República – o pior dos últimos quarenta anos. E como é possível uma tal coligação “Portal à Frente”, que colocou Portugal para trás, ainda falar em vitória, em maioria, em ganhos eleitorais, depois de tudo o que aconteceu? Os deuses devem estar mesmo loucos!

    1. Nunca direi que os privados fazem milagres, maa às vezes também fazem coisas muito bem feitas. Mas não entendo este apego à gestão pública, como se não se soubesse que a gestão publica é quase sempre ruinosa. Vivo roedado de funcionários publicos. Bons amigos do coração. Mas quando me falam dos seus trabalhos eu empalideço. Na minha empresa muitos desses amigos do peito não chegavam ao 2º dia de trabalho. Como é possivel que os Portugueses ainda não tenham entendido que subsidiar uma TAP, uma CP, velhinhos. desempregados etc, é pedir-me a mim que pague mais impostos. Porque o governa não fabrica dinheiro. A unica maneira de se financiar é cobrando mais e mais impostos ou pedindo dinheiro emprestado que terá que ser pago mais tarde com mais e mais impostos. Impostos estes que já atingiram um nível insuportavel e que desviam recursos que deveriam ser aplicados na economia para criar mais emprego e até pagar melhores salários. Por isso o Estado tem de ser aligeirado. Saúde, educação, forças armadas, segurança social, proteção social aos que verdadeiramente precisam, com certeza. Mas subsidiar à tripa forra linhas de comboio, quando eu se quiser fazer o meu percurso de carro tenho de pagar gasolina, portagens, desgaste de pneus etc.não está certo. Para não falar já dos funcionários das grandes empresas púbilcas que passam a vida em greves comigo a pagar. Este vício dos Portugueses de viver à custa da coisa púbilca que é por natureza uma máquina muito pouco eficiente é uma verdadeira desgraça. É trsie, mas metade dos portugueses continuam a querer viver à conta do Estado, não entendendo que os Estado lhes vai cobrar todos os cêntimos que generosamente dá de subsídios.

    2. Há funcionários incompetentes em muitas empresas, públicas ou privadas. Mas, que eu saiba, nos últimos anos quem afundou o país foram empresas privadas: BCP, BPN, BPP, BES, PT. Eram os “melhores gestores do mundo”, não eram?

    3. mais trabalho de casa sff antes de comentar.

      o metro do porto nunca foi operado diretamente pelo estado, foi desde sempre operado (subconcessionado) por privados. para o metro do porto esta é já a 3ª vez que faz concurso para a concessão da operação…

    4. Não vale a pena mentir. Quem afundou o país foi estado – a coisa pública – que faliu em 2011.

      Refer + CP têm 30 mil milhões de euros de dívida. São quantos BPN?
      Não há nada gerido de forma pública que dê lucro. Só dão prejuízo.

    5. Penso que os contornos desta discussão estão enviesados, e que alguns dos comentários esgrimidos não correspondem à verdade, logo nem nunca poderão ser validados. Vamos a factos. Ninguém está aqui a defender “planos quinquenais” ou o “Estado-Patrão”. Pessoalmente não vejo estigma entre público ou privado, desde que acondicionados os estritos direitos e deveres constitucionais a que a Lei obriga. Em relação à ideia feita, que o que é público dá prejuízo e o que é privado é que é bom e dá lucro, é uma falsa questão. Só demonstra enviesamento da questão. A provar está, em primeiro lugar, o BPN, no qual o Estado, i.e, os cidadãos tiveram que prover milhões de euros e foram fortemente prejudicados; a gestão do grupo Espírito Santo descambou no caos, depois de anos e anos de má gestão privada que não foram devidamente auditados e regulados. Acresce que a ideia feita que a privatização é que é bom, tem impedido uma leitura saudável da realidade e uma discussão oca que não toca no centro do problema. A demonstrar, por exemplo, o caso da CP. A entrevista de Manuel Queiró ao Expresso, Caderno de Economia, há uns tempos atrás, aí está para provar. Diz o gestor, militante do CDS-PP, por isso insuspeito, que a CP foi impedida de concorrer à exploração da linha férrea da Ponte sobre o Tejo, negócio entregue, ao tempo, à Fertagus, exploração que se tem mostrado uma autêntica vaca leiteira a jorrar euros; privatização da Ana-Aeroportos: contrato leonino com os franceses; EDP: entregue aos chineses, sendo que o Estado português tem alimentado a empresa, através de rendas; Aquário Vasco da Gama: entregue à Fundação Manual dos Santos, mas as entradas e a gestão pública do Aquário propiciava milhões e milhões ao Estado; Correios CTT: era uma empresa que dava lucro, foi vendida a um fundo de pensões norte-americano, que tratou de fechar, logo, balcões; RPT, um autêntico monstro, que, em face de divergências no seio do atual Governo (Portas não quis a privatização), impediram a sua privatização – saudavelmente o Estado poderia ficar só com um canal, por o exemplo o 2, livrando-se de pagar ordenados principescos, e sustentar dezenas de jornalistas debutantes em Lisboa e no Porto (uma vergonha!) – mas a empresa é alimentada com o contributo de uma taxa “cega” paga por todos na fatura da luz. E os exemplos poderiam continuar. Isto é que é uma gestão série e competente do interesse público? Isto é que são privatizações que libertam o erário público? Por favor, veja-se a realidade com outros olhos, sem palas, despida de estigmas e obrigue-se os governos a serem mais exigentes, mais competentes, sem compadrios, sem clientelas, sem desbaratar um património que é de todos. Para isso, tem de exercer uma regulação competente, uma gestão isenta, uma auditoria, que não deixe dúvidas, aos privados que ganham milhões e, em certos casos, estão-se nas tintas para o bem comum.

    6. A questão é essencialmente politica e não económica. pensemos desta maneira, se os privados cujo seu legitimo direito é ganhar dinheiro,querem ficar com empresas que não são rentáveis(?) para as tornar viáveis e obter lucros,porque não consegue o Estado fazê-lo?
      Pois bem é porque o Poder executivo ( partidos PSD PS CDS) não se identificam (embora mintam dizendo o contrário) com Estado, nomeando Administradores cujo o objectivo é descapitalizar as Empresas (Exemplo da TAP e de muitas outras) num processo lento para que se vá entranhando na opinião publica a ideia de que tudo o que é Estado só dá prejuízos.
      Agora pensemos de modo oposto se o Estado tivesse em seu controlo a EDP,REN,PT, CP,EVC,PONTE 25 ABRIL,com verdadeiros gestores e não falsos, os milhões de euros por elas gerados eram o suficiente para evitar o roubo que se fez ás actuais e futuras gerações.
      O que se fez nestes quatro anos foi destruir o País com um fúria desumana e privatizadora.
      Quando voltarmos a nova crise( é cíclico ) o que terá o Estado como avalista? nada absolutamente nada e então será o caos

  6. Acredito que S. Monteiro se situa ideologicamente nos antípodas de F. Louçã. Que necessidade tem então F. Louçã de ataques de índole moral?
    A privatização falhou porque não era um «arranjo». Normal que se queira reativar o processo, aproveitando algum do trabalho feito. Natural que se tenha o desejo de deixar governação feita, quando um novo ciclo se vai iniciar.
    O PS dá-nos hoje a entender que não vai privatizar. Nada mais falso. Vai manter o rumo. Essa, uma boa razão para S. Monteiro colocar os dossier na gaveta, não se expondo mais.
    Só aos órgãos competentes cabe defender o País em casos de suposta possível corrupção, embora nos caiba denunciar. Mas, mais ás claras não podia ser feito.
    Nem tudo o que não parece, não o é.

    1. Ataques de “índole moral”? Não trato de moral neste blog. Discuto política. Convocadas as eleições, o governo não tem legitimidade política para entregar a privados os serviços de transporte.

    2. Gostaria de saber se o Sr. Silva é um daqueles que se tornou milionário no período deste governo!

    3. O teu tio é o Cavaco?
      Traduzo a tua 1ª frase: “O cigano têm o cabelo preto, não há necessidade de chama-lo piloto de rally”, ou seja o Séu Silva faz aquí uma correlação sem qq sentido nem lógica. Digo-te o qu os arrogantes ricos dizem aos pobres: “ESTUDA!”.

  7. É uma desesperada política de terra queimada, de tentar fechar portas e outras saídas, de com factos que se pretendem definitivamente consumados condicionar e/ou impedir alternativas. Tudo para “defender” o TINA, que se pretende seja irrevogável, definitivo. E vai ser assim, sem freio, sem pudor, até ao minuto final.

  8. Enquanto o centrão governar o país, este vai sendo depauperado á custa da escravidão dos portugueses através dos impostos, taxas e taxinhas.

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