Tudo Menos Economia

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Bagão Félix, Francisco Louçã e Ricardo Cabral

Julho 2015

Francisco Louçã

23 de Julho de 2015, 08:35

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É pró menino e prá menina, são só 69 milhões de euros

A história conta-se em poucas palavras: afirma Hernâni Vaz Antunes, a quem chamam o “comissionista”, que participou numa reunião em Paris, no Hotel Shangri-La (e numa data anterior à da fusão da PT e da Oi, ou seja, foi tudo uma fraude destinada a permitir a compra pela Altice), entre a PT, a sua dona Oi e a Altice, que viria a comprar a empresa de telecomunicações portuguesa que passou a ser brasileira e depois passou a ser francesa ou… Continuar a ler ›

Francisco Louçã

22 de Julho de 2015, 11:04

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Rosselini e a Alemanha, a “Trilogia da Guerra”

Roberto Rosselini (1906-1977), um dos cineastas maiores do neo-realismo, filmou a Segunda Grande Guerra como poucos. Com 39 anos dirigiu “Roma, Cidade Aberta” (1945), uma história da resistência italiana contra a ocupação nazi. Logo no ano seguinte, fez “Paisà”, um mosaico de pequenas histórias sobre a ocupação e a libertação. E, em 1948, fez “Alemanha, Ano Zero”, em parte filmado nos escombros de Berlim. Os três filmes, que compõem a “Trilogia da Guerra”, que acabou de ser editada em Portugal… Continuar a ler ›

António Bagão Félix

22 de Julho de 2015, 07:56

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Cores (II)

Continuando o texto de ontem (cores (I)), começo por confessar a minha maior dificuldade no caleidoscópio das cores. Há cores – entre o vermelho e o azul – que só distingo com uma cábula. Ainda hoje, tentei acertar nos nomes de uma boa dúzia delas, e – creio – um mais severo examinador talvez me “retivesse”, para usar o eufemismo do “chumbo”. Eis as cores do meu exercício matinal: roxo, violeta, lilás, índigo, magenta, carmim, carmesim, grená, malva, anis, púrpura e… Continuar a ler ›

Francisco Louçã

21 de Julho de 2015, 10:50

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Finalmente, a examinite é contestada

Demorou alguns anos até que se juntasse coragem. A pressão não era pequena: exames, avaliações, comparações, competições, implodir o ministério da 5 de Outubro, serviu-se de tudo para justificar e aplicar um sistema de ensino que tinha que ser mais autoritário para ser mais ensinador. O resultado foi um monstro. Crato levou tudo ao exagero, afinal ele tinha sido escolhido na onda de uma campanha ideológica e a sua qualificação para ministro era simplesmente ser um dos porta-vozes dos neoconservadores… Continuar a ler ›

António Bagão Félix

21 de Julho de 2015, 08:08

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Cores (I)

Hoje acordei (ou sonhei?) a pensar em cores. Talvez por causa dos amores das flores (sem humores), com quem convivi bastante nos últimos dias. Amores, onde se junta a cor, a fragrância e a forma, num virtuosismo holístico que me fascina. Cores, amores, flores: a minha troica, nestes dias. Por isso, hoje segunda-feira, resolvi escrever sobre cores, até para, um ano após o nascimento do “TudoMenosEconomia”, dar razão ao título deste blogue. Já o havia feito já lá vão 13… Continuar a ler ›

Francisco Louçã

20 de Julho de 2015, 10:30

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Morram os contratos de trabalho, pim!

Ascenso Simões, ex-governante, é agora o director da campanha eleitoral de António Costa. É uma função essencial e de confiança pessoal para uma eleição difícil, em que tudo tem que ser medido. Por isso, o seu artigo “Pelo fim dos contratos de trabalho” não deve ser lido como uma piada ou um acaso. Escreve ele: “Mário Centeno tem razão. A situação que se vive em Portugal, relativamente ao mercado de trabalho, só cristaliza a precariedade. Mais, cristaliza os salários baixos… Continuar a ler ›

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