Tudo Menos Economia

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Bagão Félix, Francisco Louçã e Ricardo Cabral

Dezembro 2014

António Bagão Félix

29 de Dezembro de 2014, 14:09

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Datar as datas

No dealbar de 2015, lembro-me, de novo, da confusão que, de há anos a esta parte, se instalou quanto ao modo de escrever as datas. Um exemplo: 12.01.15. Segundo a norma NP EN 2680 (1993) do Instituto Português da Qualidade, deve ler-se como 15 de Janeiro de 2012. Eu continuo a ler 12 de Janeiro de 2015. Não que me oponha à dita norma (que é idêntica à japonesa…), mas porque me parece mais lógico dia-mês-ano. Claro que o inverso… Continuar a ler ›

Francisco Louçã

29 de Dezembro de 2014, 10:18

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2014: as contas de somar e de subtrair do investimento

Desde a recessão que se iniciou em finais de 2007, a quebra do investimento foi de 36% em Portugal. Em Espanha foi até ligeiramente superior (38%), na Grécia uma catástrofe (64%) e noutros países muito dura (Itália, 25%). Mas estes números estão errados ou, melhor, são um retrato incompleto do problema. De facto, para sabermos como evolui a estrutura produtiva de Portugal, temos que considerar não só o investimento em capital fixo, como também a sua depreciação ao longo do… Continuar a ler ›

Francisco Louçã

27 de Dezembro de 2014, 15:47

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Um Natal nunca se esquece

Talvez o Natal seja um dos dias mais felizes das nossas infâncias. Havia nele um encantamento que os nossos aniversários não têm, porque nestes pesa a responsabilidade: em contrapartida, por ser de todos e não só dela, o Natal de uma criança tem uma aura leve de magia, de lenda, de animação vermelha e dourada, de decoração festiva (o que são as bolas nas árvores?), de cheiros de pinheiros (onde estão agora os cheiros dos pinheiros?) e, sobretudo, de surpresa,… Continuar a ler ›

António Bagão Félix

27 de Dezembro de 2014, 08:00

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Pensar

Há duas maneiras de se passar facilmente pela vida: acreditar em tudo ou duvidar de tudo. Ambas nos poupam de pensar, assim se exprimiu Alfred Korzybski, um matemático e filósofo polaco que, na primeira metade do século XX, foi o fundador da disciplina que designou de “semântica geral”. Esta ideia é potenciada por uma sociedade marcadamente dual e bipolar que, na sua expressão malsã, descamba rapidamente no simplismo maniqueísta. Se a isto se juntar alguma indigência mental e a banalização… Continuar a ler ›

Ricardo Cabral

26 de Dezembro de 2014, 11:49

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Novo Ano, Novo Banco

O Novo Banco continua a dar que falar. E não me refiro a problemas herdados do BES. Não. Tudo, feitos recentes, do Novo Banco (criado, lembremo-nos, a 3 de Agosto de 2014) ou do Banco de Portugal que o tutela. Até mesmo na semana de Natal. O Novo Banco vive um período muito difícil e necessita de capital e de liquidez. O capital (sobretudo público) que foi injectado a 3 de Agosto não chega. O processo de resolução do BES,… Continuar a ler ›

Francisco Louçã

24 de Dezembro de 2014, 12:00

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Os reis magos chegaram com a droga no cofre

Baltazar, Melchior e Gaspar, guiados por uma estrela, traziam ouro, incenso e mirra. Reis não seriam, mas sacerdotes, conselheiros ou magos (magoi era a tradução grega da expressão bíblica e as versões portuguesas preferem “sábios do Oriente”, Mateus 2:1 e 2:11), homens sábios em todo o caso, procurando uma boa nova. E dela ficaram testemunhas e crentes. Por isso, escaparam de Herodes, que os queria espiões, pois tinham-lhe prometido trazer notícias de Belém mas depois seguiram por outro caminho para… Continuar a ler ›

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