Tudo Menos Economia

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Bagão Félix, Francisco Louçã e Ricardo Cabral

Outubro 2014

António Bagão Félix

25 de Outubro de 2014, 16:38

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Poluição televisiva sem limites (e taxas)

Há dias, contei o número de telenovelas transmitidas nos três canais televisivos abertos (excluo a boa excepção que é a RTP 2). São 11, num total de cerca de 9 horas diárias! É fartar, gente! Se a isso acrescentarmos essa indigência cultural e moral que dá pelo nome de um qualquer big brother ou casa dos segredos, teremos 12 horas diárias (ou seja, mais de 80% do prime time!). O resto é quase o deserto, por vezes preenchido por overdoses… Continuar a ler ›

Francisco Louçã

25 de Outubro de 2014, 11:12

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Negócio na recta final da campanha brasileira: três mais três não são sessenta

Os advogados de Dilma Roussef e de Aécio Neves chegaram a um acordo de última hora para evitar que os respectivos tempos de antena fossem cortados ou mesmo proibidos nos dois últimos dias de campanha. Tantos eram os processos e denúncias judiciais que cada lado tinha lançado contra o outro, que o desfecho no Tribunal Eleitoral era imprevisível. Foram sensatos, disse o aliviado Tribunal, que, não fora a trégua, se teria que pronunciar sobre o bate-boca. Um dos detalhes do… Continuar a ler ›

António Bagão Félix

24 de Outubro de 2014, 11:30

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Mais ou menos, extremamente e relativamente

“Nada de demasiado. A medida em tudo” (inscrição numa parede do templo de Delfos) Há três expressões que se tornaram omnipresentes no nosso quotidiano: mais ou menos, extremamente e relativamente. Em cada telejornal há sempre uns tantos mais ou menos em resposta a perguntas sobre a economia, a política, o tempo, o trabalho. Nos inquéritos de opinião, a maioria é quase sempre do mais ou menos. Na escola pública, as avaliações têm um ponto intermédio (3 na escala de 1… Continuar a ler ›

Francisco Louçã

24 de Outubro de 2014, 08:52

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E quanto é que são os dinheirinhos que a Europa nos vai providenciar?

Um editorial veio ontem defender que não se deve fazer nada que perturbe o regular funcionamento da mais importante das instituições, a dívida pública. Discutir muito, sim, desde que o assunto fique resolvido de seguida e tudo fique na mesma, o que é evidentemente também a posição do PSD e CDS. Em contrapartida, alguns comentadores comentaram que a posição do PS sobre a dívida, expressa esta semana com a sua recusa da “renegociação” e da “reestruturação” e, portanto, das propostas do… Continuar a ler ›

Ricardo Cabral

23 de Outubro de 2014, 11:01

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Por estas bandas dão-se “biliões”

Não me lembro, na história recente do país, de um período em que se delapidasse tanto património público e privado de forma tão célere e, diria mesmo, despreocupada. Quanto mais elevado o montante … mais depressa se decide. É quase como se os zeros dos milhares de milhões de euros lá não estivessem. E, já se sabe, “depressa e bem não há quem”. Não é de agora, é certo. Quem não se lembra da nacionalização do BPN e posterior privatização… Continuar a ler ›

Francisco Louçã

23 de Outubro de 2014, 09:00

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A pergunta sensata de António Costa: mas a viagem é para onde?

Ninguém notas estes detalhes. E é que merecem. Foi ao sair da sua audiência de hora e meia com Cavaco Silva, a 12 de outubro, que o recém-empossado candidato do PS, António Costa, foi perguntado sobre o apelo do Presidente para “convergências”. E respondeu: “os consensos não são em abstracto. É como eu perguntar: ‘quer fazer uma viagem comigo?’ A sua resposta normal é: ‘mas viagem para onde?’” (Diário Económico, 13 de outubro). Tiro o chapéu a esta resposta franca…. Continuar a ler ›

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