Os temas do Concurso Nacional de Jornais Escolares

A existência de um tema é, desde o ano lectivo de 2000/01, uma das características do Concurso Nacional de Jornais Escolares. O objectivo não é condicionar o trabalho de cada um. O que se pretende é que, sem nunca se descurar a actividade mais especificamente jornalística (noticiar o que é feito ao longo do ano escolar), se generalize uma prática muito profícua de as publicações dos estabelecimentos de ensino reflectirem sobre temas da actualidade. Ao pedir que, em cada ano lectivo, todas elas levem a mesma questão para as páginas de uma ou, se se preferir, de várias edições, acrescenta-se, aos benefícios que desse trabalho pode advir, um elemento de comparação para ajudar na sempre difícil tarefa de avaliar muitas centenas de jornais e revistas escolares.

Temas já apresentados:
Que aprender? Que ensinar? (2000/01)
Para que serve a União Europeia? (2001/02)
O jornal: que futuro? (2002/03)
Que fazer para proteger o ambiente? (2003/04)
Como educar para a saúde? (2004/05)
Como educar para o consumo? (2005/06)
Ler na escola e no mundo do séc. XXI Como? Quando? Onde? Porquê? (2006/07)
Que fazer com as novas tecnologias? (2007/08)
Por que é que a política também é para nós? (2008/09)
O que é uma república? (2009/10)

Em breve será divulgado o tema deste ano lectivo.

Um comentário a Os temas do Concurso Nacional de Jornais Escolares

  1. Não sei se este post se destina a esclarecer algumas das questões colocadas nos comentários do post de 31 de Outubro de 2010 “Concurso Nacional de Jornais Escolares” não inteiramente respondidas.1. Porque é que o tema não é logo enviado em Setembro para todas as escolas?2. É para mim uma novidade (não consagrada no regulamento) de que "O tema do concurso pode ser tratado apenas numa das edições de cada publicação" como é referido num esclarecimento anterior e está implícito neste texto.A existência de um tema não me parece ser um elemento condicionador do trabalho dos jornais escolares. O que condiciona verdadeiramente é que ele surja tão tarde.O ano lectivo começa em Setembro e, desta forma, perde-se inevitavelmente um período de trabalho. Não é fácil para a maioria das escolas preparar 3 números somente a partir do 2º período envolvendo um número de alunos representativo da escola – elemento essencial em qualquer projecto deste tipo.Por isso, continuo a pensar, que este sim é que é um elemento condicionador e impeditivo que muitas escolas (como a nossa) possam mostrar o seu trabalho e concorrer.SaudaçõesProf. Francisco Morais

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