As aguas que fervem sob os pés dos maoris

A proximidade de lamas borbulhantes, águas que escaldam e de géisers ativos poderia ser assustadora, mas a Pikitim depressa aprendeu que há quem saiba aproveitar esta terra fumegante para viver uma vida saudável e, já agora, poupar na electricidade e no gás.

É o caso dos habitantes Maori da aldeia Whakarewarewa, em Rotorua, que poupam na luz e no gás e se mostram muito saudáveis por aproveitarem a nascente termal que fervilha no meio da aldeia.

Em todo o planalto central da ilha norte da Nova Zelândia a actividade geotermal é intensa, e acabamos por nos habituar a ver fumarolas e piscinas termais em todo o lado. Mas ninguém se habitua aos verdes fluorescentes da “piscina do diabo”, ou à miríade de cores que faz a “paleta do artista” em Wai-O-Tapu.

A Pikitim adorou.  {ler mais}

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Siga na revista Fugas os resu­mos sema­nais da via­gem em famí­lia de Filipe Morato Gomes (jor­na­lista e fotó­grafo de via­gens, edi­tor do site  Alma de Via­jante), Luísa Pinto (jor­na­lista) e da filha, Inês (a Piki­tim, pequena grande via­jante de cinco anos). A via­gem come­çou em Janeiro e o trio con­ti­nua a dar a volta ao mundo. Publi­cam sema­nal­mente na Fugas um artigo e actu­a­li­zam dia­ri­a­mente — com tex­tos, fotos e vídeos o Diá­rio da Piki­tim (Site | Face­book | Twit­ter)

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