Diário de Paris (III)

Paris tem o que qualquer cidade média europeia oferece: sessões de cinema que já não faz os cartazes mas ainda faz a história. E sobretudo, permite escrever, permanentemente, a história do cinema como algo contemporâneo, em mutação permanente. Do confronto entre os blockbusters e os filmes independentes à apresentação regular de filmes em ciclos, muitas vezes aproveitando a estreia de um novo filme de alguém, encontram-se também reposições, em cópia nova e película – e não em dvd como se faz em Lisboa – de filmes antigos. Aqui, o ecrã antes de começar a mostrar “Bonjour Tristesse”, de Otto Preminger, a partir do romance de Françoise Sagan. Cinco sessões por dia, há duas semanas, quase 30 pessoas na sala na sessão das 20h, numa sala para não mais de 70, na Filmotèque Quartier Latin que dedica um ciclo a Jean Seberg, a protagonista do filme.

 

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