Não, Marraquexe não é (só) uma cidade

Chegámos ontem a Marraquexe e ainda não parámos de deambular pela cidade. Mas Marraquexe não é (só) uma cidade, é mais do que isso: é uma experiência.

Andar pela praça Jemaa el-Fna, no coração da medina, sobre a qual se ergue o minarete da mesquita Koutoubia, exige que todos os sentidos estejam empenhados. A praça não descansa, ninguém ali descansa: há calor, gente a circular, motas, bicicletas, comida, sumo de laranja, artesanato, encantadores de serpentes, contadores de histórias, dançarinas, músicos.

Tem um ambiente que contagia e é impossível fugir dela. Esta é a nossa última noite em Marraquexe e é para lá, para a praça, que vamos agora. Ficávamos mais um dia, mas amanhã temos de partir. Lá para as 9h00 devemos entrar no carro 15, já parado há dois dias, e só parar em Mértola.

É com pena que nos despedimos: bsslama – assim se pronuncia adeus em árabe. A ver se hoje perguntamos se também pode significar “até à próxima”.

[Fotos de Marco Vilela | Maria João Lopes acom­pa­nha a expe­di­ção todo-o-terreno “Rotas do Al-Andaluz”, entre Mér­tola e Mar­ra­quexe, Mar­ro­cos. Decorre de 31 de Agosto a 10 de Setem­bro e é orga­ni­zada pela autar­quia de Mér­tola e a Mer­tu­ris em con­junto com os Mara­fa­dos do TT Algarve]

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