E chegamos, manhã a romper, ao Dubai

Quando o Brilliance of the Sea finalmente zarpa ao início da tarde, levamos já mais de 24 horas de barco, poucas mais do Dubai. É o (falso) começo da viagem inaugural da nova rota da Royal Caribean International – do Dubai até à Índia e volta. Esperam-nos vários dias de navegação e paragens em Muscate (Omã), Cochim, Goa e Bombaim (Índia). Doze dias de viagem com partida na terra dos “prodígios”: quando chegámos, manhã a romper, ao Dubai, a primeira imagem da cidade foi a que lhe dá fama, os caprichos arquitectónicos que compõem o skyline irregular que vimos hoje completo, da proa, na partida, coberto por uma névoa leve mas constante (não vimos céu azul aqui).

Esta cidade parece o recreio de arquitectos que, aparentemente, têm carta branca para tudo, sobretudo se for grande, muito grande: buscamos o maior arranha-céus do mundo (Burj Khalifa) e o que já foi o maior hotel do mundo (Burj Al Arab) quando circulamos pelas vias rápidas. Não vimos (ainda) o maior centro comercial do mundo, mas no souk do ouro, perto do braço de água que divide a cidade e nesta parte velha lhe dá ares de Veneza tórrida, vimos algo que desconhecíamos – o maior anel de ouro do mundo.A jor­nal­ista Andreia Mar­ques Pereira e o fotó­grafo Adri­ano Miranda estão em pleno cruzeiro entre o Dubai e a Índia (e volta…) que, ini­ci­ado a 28 de Março, ter­mina este fim-de-semana. As difi­cul­dades nas lig­ações e Inter­net não per­mitem a facil­i­dade de postar quando se quer. A dupla envia-nos agora o seu relato e ima­gens de mais um dia em pas­seio no “Bril­liance” da Royal Caribbean – neste caso um pas­seio por Bom­baim — assim que hou­ver novi­dades marí­ti­mas volta­mos ao contacto.

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