Tudo Menos Economia

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Bagão Félix, Francisco Louçã e Ricardo Cabral

Europa

Francisco Louçã

15 de Setembro de 2017, 09:40

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Caros situacionistas: vá lá, não conseguem fazer melhor?

O deslumbramento foi um bocado forçado, não foi? Bem sei que Juncker se esforçou. Mas ele tem dois problemas: primeiro, credibilidade reduzida, afinal foi uma escolha de recurso, Merkel quer pô-lo na rua, aquela coisa da fraude com impostos de multinacionais não lhe ficou bem, e, segundo, faz espécie que tenha apresentado cinco cenários, todos alinhavados, afinal não era a sério e agora festeja uma sexta alternativa, que é um saco de gatos de todas as promessas. Apesar de tudo,… Continuar a ler ›

Ricardo Cabral

3 de Setembro de 2017, 11:57

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Um significativo obstáculo à venda do Novo Banco

A solução do anterior Governo para recapitalizar o Novo Banco – uma nacionalização encapotada da parte boa do BES, com a promessa de que seriam os bancos a pagar a factura – criou enormes problemas e foi “um presente envenenado” ao actual Governo. Mas a decisão da venda do Novo Banco à Lone Star pôs a nu, novamente, esta forma criativa de fazer política económica, tão típica em Portugal. O actual Governo deparava-se com uma equação política impossível. Por um… Continuar a ler ›

Ricardo Cabral

30 de Agosto de 2017, 12:24

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Os fundos soberanos e seus investimentos (Parte II)

Uma proporção crescente da poupança externa é detida ou por fundos soberanos (que se estima detêm 7,4 biliões de dólares de activos financeiros) ou por bancos centrais (que, segundo o Banco Mundial, detêm cerca de 11,5 biliões de dólares de reservas internacionais)[1].   Note-se que, em 2016: o PIB mundial é estimado em 75,6 biliões de dólares; o stock de dívida externa bruta em 76 biliões de dólares; a capitalização dos mercados bolsistas, a nível mundial, em 65 biliões de… Continuar a ler ›

Ricardo Cabral

16 de Agosto de 2017, 17:01

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Crescimento económico mais elevado, precisa-se!

De acordo com dados do INE, o PIB português cresceu 6,8% em termos reais, em 16 anos (ano terminado no 2º trimestre de 2017), cerca de 0,4% ao ano, em média. O crescimento registado nesse período é, praticamente, o mesmo que o registado nos dois anos que o precederam (entre o 2º trimestre de 1999 e o de 2001). Em termos de procura interna, isto é, consumo das famílias e do Estado e investimento privado e público – melhor indicador… Continuar a ler ›

António Bagão Félix

14 de Agosto de 2017, 09:17

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Desemprego a descer e a política a desmerecer

Há dias, foram conhecidos os resultados do inquérito trimestral ao emprego do INE, relativo ao 2º trimestre de 2017. Verifica-se uma sensível melhoria no mercado de trabalho, em praticamente todos os índices. Em termos homólogos comparando o 2º trimestre de 2017 face ao 2º trimestre de 2016 (assim se evitando desvios de sazonalidade), podemos constatar que: – A população empregada cresceu 3,4% (+158 mil), o que permitiu diminuir a taxa de desemprego em 2 pontos percentuais (de 10,8% para 8,8%)… Continuar a ler ›

Ricardo Cabral

13 de Agosto de 2017, 17:06

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Que caminhos para as finanças públicas da Alemanha, pós-eleições?

Wolfgang Schäuble, ministro das finanças da Alemanha desde 2009, é um dos principais arquitectos da política de austeridade da zona euro. Mas, se nos habituamos a criticar Schäuble pelo desastre económico que se abateu sobretudo sobre os países da “periferia” (Grécia, Irlanda, Itália, Portugal, Espanha), afigura-se que a política económica de Schäuble é, também, no longo prazo, prejudicial para a Alemanha. No que respeita à política orçamental da Alemanha, o objectivo do ministro das finanças parece ser o de que… Continuar a ler ›

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