Tudo Menos Economia

Por

Bagão Félix, Francisco Louçã e Ricardo Cabral

Ricardo Cabral

12 de Fevereiro de 2017, 16:28

Por

Ficar ou não na zona euro: Eis a questão grega?

A dívida pública da Grécia tem estado novamente no centro das atenções, desta vez não por causa da Grécia, mas, imagine-se, em resultado de um “conflito” que se arrasta, desde meados de 2015, entre o FMI e o Eurogrupo, liderado por uma posição irredutível do Ministro das Finanças da Alemanha, secundado pela Comissão Europeia e pelo Mecanismo Europeu de Estabilidade.

Até 2014, o FMI alimentou e apoiou, mesmo se de forma reticente, a ficção de que a dívida pública da Grécia era sustentável. O actual “conflito” tem as suas raízes na adopção, pelo FMI, de uma nova metodologia de análise de sustentabilidade da dívida pública da Grécia, de Junho de 2015, reforçada por análise similar de Maio de 2016. A divulgação, em Abril de 2016, pela Wikileaks, de uma conversa entre responsáveis do FMI, em que Poul Thomsen sugere que era necessário criar uma crise artificial para levar os europeus (a Alemanha) a concordar em reestruturar a dívida da Grécia e, mais recentemente, um relatório confidencial do FMI, cujos pontos mais sonantes foram ”deixados” divulgar  na semana passada pela imprensa veio reabrir a questão da sustentabilidade da dívida grega. Segundo este último relatório, a dívida grega estaria numa trajectória “explosiva”, projectando o FMI que exceda os 250% do PIB em 2060.

Por essa razão, o FMI sustenta que a dívida da Grécia teria de ser novamente reestruturada. Sem essa reestruturação, o FMI não estaria disposto a participar num novo resgate à Grécia que seria necessário realizar até Julho do ano corrente.

Ora, para a Alemanha, a condição sine qua non para o quarto resgate à Grécia é a participação do FMI no mesmo. Talvez por isso, esta posição do FMI mereceu um artigo de opinião do responsável do Mecanismo de Estabilidade Europeu no Financial Times a defender precisamente a ideia contrária: segundo este responsável europeu, a dívida da Grécia é sustentável porque a Grécia pertence à zona euro e beneficia da solidariedade dos restantes países membros.

Composição da dívida pública da Grécia

F: Análise de sustentabilidade de dívida do FMI, Maio de 2016

 

De acordo com dados do Eurostat, a dívida pública da Grécia (critério de Maastricht), no final de 2015, era de aproximadamente 312 mil milhões de euros, representando 177,4% do PIB.

De acordo com o FMI, cerca de 78% da dívida pública da Grécia era detida pelo sector oficial internacional, com a quase totalidade a ser detida pelo sector oficial da zona euro (73%). Dos restantes 22%, uma pequena parte é detida pelo Banco Central da Grécia e outra parte pela banca desse país, banca essa, note-se, em que o Estado grego possui, indirectamente, uma posição accionista significativa. Ou seja, só uma pequena fracção da dívida pública grega é detida pelo sector privado. Os três resgates europeus (com a participação do FMI) e a reestruturação da dívida de 2012, asseguraram que a Grécia tenha estado fora dos mercados há já alguns anos e possa continuar assim durante muitos mais.

Ainda de acordo com o FMI, a dívida pública grega às instituições europeias representava, no final de 2015, cerca de 130% do PIB e apresentava maturidades longas (15 e 40 anos) sendo a taxa de juro média, variável, mas muito baixa, de 1,2%.

Segundo uma análise de Julian Schumacher e de Beatrice Weder di Mauro da Universidade de Mogúncia (do Estado da Alemanha “Mainz”), o valor presente da dívida pública da Grécia seria de 100% do PIB, muito inferior ao seu valor facial, 177,4% do PIB, mas essa análise utiliza uma taxa de desconto de fluxos financeiros futuros de 5% por ano, o que se me afigura demasiado elevada. O FMI utiliza na sua análise taxas de desconto entre 3% e 5%, o que permite perceber o valor da redução de dívida dos financiamentos europeus à Grécia na perspectiva do devedor (a Grécia). Uma taxa de desconto de 3% resultaria num valor presente da dívida pública da Grécia muito superior a 100% do PIB.

Será esse um dos factores que leva o FMI a entender que a dívida pública grega é insustentável e a defender um excedente orçamental primário para a Grécia de 1,5% do PIB?

 

 

Comentários

  1. A divida publica grega é muito elevada sim (€312bn, 177% do PIB) mas como é para pagar em 40 anos a taxas de juro de favor (1,2% na maior fatia, devida aos credores europeus), isto resulta, como diz K. Regling no artigo publicado no FT, em que a Grecia tem atualmente um encargo anual de serviço divida dos mais baixos da Europa (algo como 3,5% do PIB se assumirmos um custo medio da divida de 2%). Tomara Portugal ou a Irlanda terem este nivel de despesa com juros da divida publica! A Grecia tem de se reformar para pôr a economia a crescer e dessa forma aliviar o peso da divida. E tem trunfos importantes para o conseguir como um elevado nivel medio de educaçao e qualificaçoes da populaçao, incluindo o conhecimento de linguas estrangeiras, e infraestruturas desenvolvidas. Nao ha fatalidades; a Irlanda consegue fazer austeridade na despesa publica e ter taxas elevadas de crescimento economico. Por que nao a Grecia ?

  2. Não é possível tomar uma decisão num governo ou outra instituição e em consequência deixar de ter Euro a martirizar as vidas de qualquer dos 18 ex-países que entraram sem regresso na aventura de perder a independência para quem domina a gestão do Euro…

    O que há a fazer na Grécia como em todos os países subjugados pelo Euro é pôr em movimento a ação dos povos resistindo a todo o empobrecimento, precariedade, exclusão, prepotência, abuso ou desconsideração. O Euro é o responsável por todas as chagas sociais, económicas, financeiras, éticas, criminalidade, injustiça, perda de bem-estar…

    As instituições políticas que se comprometeram com a subjugação dos povos e das nações à ditadura do Euro têm de ser declaradas hostis à cultura e identidade desse povos em movimento de libertação. Não serão reconhecidas decisões fundadas nas imposições fundamentadas ou não nos centros Bruxelas/Frankfurt/Estrasburgo.

    Desse processo de libertação dos povos e nações emergirão líderes identificados com os povos e por eles reconhecidos. Esses líderes erguerão as bandeiras da identidade de todos os povos em todo o território agora subjugado à ditadura do Euro.

    Um longo caminho que está a começar e crescerá por toda a parte. Basta de falsos dirigentes que ainda por cima são escolhidos por serem o mal menor.

    O Parlamento Europeu será povoado de eurocéticos deixando em larga minoria os europeístas. Os poderes fáticos das instituições não eleitas obscurecerão e até esconderão as decisões desse Parlamento Europeu que desprezam e hostilizarão.

    A UEM será derrubada. As economias libertar-se-ão do Euro e reestruturão a grande união aduaneira em torno das suas vantagens comuns limpando as blindagens que descriminam as economias mais frágeis.

  3. A dívida grega é de tal modo gigantesca que as soluções são de facto muito escassas e o dilema incontornável.
    É quiçá um exercício assaz inútil tentar encontrar uma solução que realmente nos convença.
    Mas eis a minha proposta. Foi posta a questão, eu dou a minha resposta, avanço com as minhas recomendações. Não acredito de algum modo que elas sejam postas em práticas, não sou ingénuo. Mas foi feita a pergunta e perante um problema sem fim à vista, eis as minhas recomendações por ordem de prioridades.
    Óbviamente, Portugal, estando numa situação assaz semelhante, embora ainda bastante afastada da tragédia que se vive na Grécia, deveria seguir a mesma linha de conduta. Mas não vai acontecer, obviamente. Outros cenários se irão figurar e teremos que lidar com eles como melhor soubermos e conseguirmos. É pena, no entanto. O meu plano de salvação faz todo o sentido.

    1) Banir completamente toda a publicidade em canais de televisão, rádio e na imprensa. E também toda a outra publicidade, desde flyers, a outdoors, panfletos, posters, etc. Fazê-lo por despacho, pelo governo por ordem do PM, sem permitir uma discussão do assunto no parlamento e uma votação. O governo pode alegar razões que se prendem com plano de salvação nacional, e usar a força para o impor.

    2) Fechar todas as discotecas e lugares para diversão noturna. Proibir a venda e o consumo de álcool, de café e de tabaco. Proibir festas com música, ou eventos sociais ou bailaricos com música. A música só poderia ser ouvida no seio da privacidade de cada um e nunca em festas, arraiais, concertos ou festivais.

    3) Privar de liberdade todos os toxicodependentes de drogas ilícitas, de álcool ou de tabaco: até estes estarem 100% reabilitados e convencerem alguém. Equipes de pessoal 100% fixe como o da Sic Radical e da Sic Mulher, seriam rapidamente treinadas para poder tratar e ajudar nessa reabilitação de três ou quatro meses, com o mais espectacular e fofinho Amor Sixteen (aqui eu comovo-me e vêm-me lágrimas aos olhos. E choro. Mesmo…)

    4) Instituir um plano nacional de “Fome Zero” e de “Abrigo 100%” para todos, levado a cabo pelas instituições gregas homólogas ao nosso INATEL, Protecção Civil e Exército Militar.

    5) Proibir todos os jogos de azar e apostas. Por outro lado criar jogos de azar e apostas institucionais, reguladas por matemáticos de renome e especialistas em criptografia: que garantisse que os jogos eram “Provably Fair” e “Zero House Hedge”. Sobre isto ver também alínea 9).

    6) Proibir o desporto como espetáculo e actividade comercial de entretenimento para multidões. A polícia do estado ficaria incumbia de dispersar multidões, usando drones com bombinhas de mau cheiro e se necessário umas boas “cacetadas”. O desporto só podia ser actividade lúdica e nunca para atrair atenções ou lucros.

    7) Proibir o exercício da Medicina e da Farmácia. O exercício da Medicina, Diagnóstico, Análises Clínicas e da Farmácia (no fundo toda a área da Saúde) ficariam inteiramente administrados pela China. Era dada total permissão à China, leia-se Partido Comunista da China, para decidir e administrar a Saúde na Grécia.

    8) Contratar Uri Geller, Derren Brown, Richard Bandler, Daniel Alexandre (sou eu), Lucy Pringle, Deepak Chopra, Louise Hay e Shirley Maclaine, entre outros para sanar as pessoas de toda a poluição/ruído de que que são vítimas e com as quais são bombardeados. Logo para começar, recomendando vivamente às pessoas para comprarem os “Cinco Elementos de Uri Geller” e de fazerem permear as suas vibrações o mais possível. Sem estardalhaço. Às vezes apenas abrindo as janelas do carro com eles a tocar e às vezes muito baixinho em background em quanto conversamos e fazemos outras coisas. Uma coisinha nossa. Investir alguns milhões, talvez uns 50, neste projecto.

    9) Convidar e eventualmente contratar o estadunidense Chris Pirillo, o australiano David Jones, e o italiano Ugo Montanari, para administrarem os canais de televisão e de rádio que passariam a fazer apenas serviço público e dar recomendações à imprensa, que continuaria a ser livre. A par de muitos outros, como Júlio Isidro, Nuno Artur Silva, Marco Aurélio, entre muitos outros, obviamente. Na Grécia teriam que ser encontrados homólogos, suponho.

    10) Introduzir uma moeda virtual análoga ao bitcoin, mas iniciada do zero com um novo “Génesis Block” implementando a ideia de “remotemass” para uma lotaria “Zero House Hedge” numa blockchain. Ver: https://twitter.com/Danlovespipes/status/668617099254870016 , também implementando um Rendimento Básico Incondicional e Universal para todos os cidadãos gregos. Oferecer a todos formação, esclarecimento e apoio. E subsidiando hardware wallets para todos: oferecendo uma “Ledger Nano” a cada cidadão.

    11) Promover o uso da rede social Reddit, recomendando-o nos órgãos de comunicação social.

    12) Promover a tele-escola, mantendo o sistema educativo vigente, mas galvanizado-o com o poder da televisão.

    13) Recomendar a artistas, designers e decoradores que se tornem mais conhecedores do fenômeno “Crop Circles”, expressando a sua arte o mais possível nos interiores e nas fachadas. Eventualmente obrigar todos os veículos na estrada a serem pintados com a expressão desta arte e da arte da “Flower of Life” e da “Sacred Geometry”.

    14) Obrigar todos os cidadãos a usar um Apple Watch. Estabelecendo acordos e parcerias com a Apple para usar todos os dados recolhidos no combate ao crime.

    15) Obrigar os canais de televisão a indicar sempre os níveis de stress. Todo um departamento científico, matemático e estatístico semelhante ao da Meteorologia seria criado para avaliar os níveis de stress GSR causados pela televisão, e tudo seria feito para os baixar. Até ao limite. Um display de 3 dígitos estaria sempre visível, em caption, num dos cantos, suponho. O seu valor seria algo parecido com o peso humano em quilos ou QI. Para cima de 100 seria exagerado. Para cima de 120 alarmante. Desejável seria o peso da Rita Andrade (Just a joke. To make you smile. LoL)
    Televisão de altíssima qualidade [leia-se: com a excelência de “Os Nossos Dias” e de “Liberdade 21” da RTP] e de conteúdos altamente educativos, informativos e promotores da felicidade, seria providenciada de modo livre para todos.

    1. Pensei que tinha sido censurado. Mas compreendo. Quando penso na quantidade de emails e blogs que se vêm obrigados a ler diáriamente e na triagem que têm de fazer, tenho que ser compreensivo, por muito que esta ansiedade não me deixe. No fundo não falei nem no FMI nem no Eurostat… e está bem.

  4. A Grécia deve sair do Euro, e Portugal no caminho do perdularismo também deve sair do Euro. Perdulários e iletrados devem ter a própria moeda para a poderem desvalorizar ao sabor do populismo e demagogia, para poderem embaratecer o trabalho e assim criar-se competitividade na economia pela via do empobrecimento do povo. A esquerda adora empobrecer a população, mas chama-lhes outros nomes. Na Venezuela, os funcionários públicos tiveram um aumento de 50% no salário em 2016, mas a inflação foi de 1600% (mil e seiscentos porcento). Estive agora em Cuba, excelente povo, mas o SMN por lá é de 25 euros.

    1. Disse perdulários e iletrados???

      Lista( parcial) de economistas a favor da saída da França do Euro.

      Joseph STIGLITZ, prix Nobel
      Paul KRUGMAN, prix Nobel
      Florin Aftalion, professeur émérite à l’ESSEC
      Alain Cotta, économiste, professeur à HEC et à Dauphine
      Jacques Généreux, Professeur d’économie à Science po Paris
      Brigitte Granville, Professeur d’économie internationale et d’économie politique à la « School of Business and Management », Queen Mary, University of London.
      Gérard Lafay, Professeur émérite de sciences économiques, Paris II
      Frédéric Lordon, Directeur de Recherche au CNRS, Directeur d’Etude à l’EHESS
      Bernard Maris (RIP) Professeur des universités à l’Institut d’études européennes de l’université Paris-VIII.
      Jacques Mazier, Professeur de sciences économiques, Université de Paris 13
      Bruno Moschetto, professeur de sciences économiques à HEC
      Philippe Murer, professeur de finance à l’Université Paris 1.
      Steve Ohana, professeur assistant en finance à ESCP Europe. Il est diplômé de l’Ecole Polytechnique.
      André Orléan, administrateur de l’INSEE en 1974, puis directeur de recherche au CNRS en 1987. Directeur d’Etude à l’EHESS.
      Christophe Ramaux, économiste français, Maître de Conférences à l’Université Paris I et chercheur au Centre d’Économie de la Sorbonne.
      Jean Jacques Rosa, Professeur émérite d’économie et de finance à Science Po Paris.
      Jacques Sapir, Directeur d’Etude à l’EHESS.
      Henri Sterdyniak, Directeur du Département économie de la mondialisation de l’OFCE, ancien administrateur de l’INSEE.
      Jean-Pierre Vesperini,Professeur d’économie à l’université de Rouen,
      Rolf Hasse, professeur d’économie à l’Université de Hambourg
      Wilhelm Nölling, ancien professeur d’économie à l’ Académie des sciences économiques et politiques, Hambourg.
      Wolf Schäfer, ancien professeur de sciences économiques à l’ Université Helmut Schmidt à Hambourg
      Hans Werner Sinn, président de l’Institut für Wirtschaftsforschung (ifo), membre de la National Bureau of Economic Research à Cambridge, Massachusetts.
      Joachim Starbatty, professeur émérite de sciences économiques à l’ Université de Tübingen
      Alfred Steinherr, ancien économiste en chef de la Banque européenne d’investissement, Professeur à la « School of Economics and Management » de l’Université Libre de Bozen-Bolzano, Italie.
      Geminello Alvi, membre du Conseil national de l’Economie et du Travail, ancien économiste à la Banque d’Italie et à la Banque des règlements internationaux
      Bruno Amoroso, professeur d’économie.
      Alberto Bagnai, Professeur associé d’économie politique à l’université G. d’Annunzio et L. Da Vinci de Chieti.
      Claudio Borghi Aquilini, économiste et chroniqueur, professeur à l’Université catholique du Sacré-Cœur – Milan
      Emiliano Brancaccio professeur d’économie à l’Université de Sannio à Bénévent
      Sergio Cesaratto Professeur à l’Université de Sienne, Département d’économie et de statistique.
      Nino Galloni membre du conseil des commissaires de l’Institut national de sécurité sociale, ancien professeur aux Universités de Milan, de Modène, et de Rome
      Vladimiro Giacché, président du Centro Europa Ricerche
      Giuseppe Di Taranto, Professeur d’économie et d’histoire à la « Libera Università Internazionale degli Studi Sociali »
      Antonio Maria Rinaldi, Professeur de Corporate Finance à luniversitéGabriele d’Annunzio
      Tancioni Massimiliano Professeur d’économie, Université La Sapienza de Rome
      Marco Passarella, économiste, université de Leeds
      Cesare Pozzi professeur d’économie appliquée à l’Université de Foggia
      Andrea Ricci professeur d’économie à l’Université d’Urbino
      Paolo Savona, professeur de politique économique à la Carli Université LUISS-Guido de Rome

  5. Felizmente que já não é o centro das atenções. Mas continua a ser o centro das atenções dos neoliberais-ordoliberais alemães actualmente no poder na Alemanha (declarações xenófobas de Wolfgang Shauble – CDU alemã), que vão continuar a sua saga de levar novamente a Europa para o fascismo, aproveitando o racismo e a xenofobia em relação aos países do sul, há muito obedientes e com os Estados com mais lucro, antes dos juros, da Europa.

    Felizmente que nem todos os alemães ignoram a sua própria história e sabem que a Alemanha tem que ser novamente dividida em 4, mais cedo ou mais tarde, para o elefante não partir mais louça na loja de porcelanas.

    Veremos como correrão as eleições, e se a extrema-direita subir novamente na Alemanha, a história repete-se e a Alemanha está condenada, mais uma vez… e não é preciso ser bruxo, nem adivinho…

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