Tudo Menos Economia

Por

Bagão Félix, Francisco Louçã e Ricardo Cabral

Francisco Louçã

10 de Agosto de 2015, 09:27

Por

A culpa não é do Athayde, é mesmo da realidade

cartaz psUm cartaz que simulava a anunciação de um santo, outro com uma narrativa surpreendente que lança a culpa do desemprego para Sócrates, antes da troika e mesmo antes do benemérito PEC4, agora outro com uma mulher que desdiz a história do outdoor – cada cartaz do PS serve para enterrar as suas propostas e para manchar a atitude segura que esperava exibir neste agosto tão perigoso. Pior: se o PS escolheu o desemprego para terreno do debate eleitoral, esta sequência de disparates evidencia a sua fragilidade onde tinha que parecer forte. Tudo corre mal, na verdade porque os dirigentes ou os publicitários do PS apostaram nesta Lei de Murphy: é preferível que seja sempre pior, desde que falem de nós.

Terá Athayde razão na escolha destas imagens e destas mensagens? Ele passou por campanhas em vários continentes e em vários partidos, dirige uma multinacional do marketing, deveria saber aconselhar e coordenar o grafismo e muito mais. Mas num caso “não foi ele” quem decidiu o cartaz, no outro “nem foi ele” quem juntou a foto à história fantasiosa, apressa-se a dizer a campanha do PS. A notícia passa a ser o não-Athayde e não o PS.

Desculpem então a pergunta sobre o mistério dos cartazes: quem foi que decidiu esta técnica e estas mensagens? Costa, ele próprio? O director de campanha? A comissão de festas de Arruda dos Vinhos? O grupo taurino de Barrancos? E quem decidiu, queria mesmo significar o quê?

150 milOra, esse é o problema. É que as historietas que o PS conta sobre o desemprego não batem certo nem com o seu curriculum passado nesta matéria nem com as suas propostas actuais. Tudo foi sempre fácil nos cartazes do PS: um deles prometia criar 150 mil postos de trabalho em 2009. Mas a realidade foi madrasta e, com a sua maioria absoluta, deu em alterar o Código do Trabalho, e depois veio a troika, e agora o “despedimento conciliatório” ou, na versão musculada de Ascenso Simões, “o fim do contrato de trabalho”. A história do PS é uma longa peregrinação que passou pela criação dos contratos a prazo, pela promoção das empresas de trabalho temporário, pela restrições à contratação colectiva, pela punição fiscal das vítimas dos recibos verdes. Por isso, não se diga que a culpa é do Athayde. O PS, que lhe paga, faz bem em preservar a imagem do “marqueteiro”. Porque o que ele faz ou deixa fazer não tem defesa, simplesmente porque o PS é o que é, um partido que se empenhou em enfraquecer os direitos, as regras e os mecanismos de criação de emprego. Os seus cartazes podem dizer o que for, mas serão sempre o retrato dessa realidade: o PS foi inimigo do emprego e agora não apresenta uma proposta consistente para a criação de emprego. Por isso, faz estes cartazes que desdizem o que dizem.

E quem se demite é o director de campanha e não o Athayde. Ainda vamos ter mais telenovela na campanha do PS.

Comentários

  1. O texto do Dr.Louçã é factual e demonstra bem a “camisa de onze varas” na qual o PS está enrredado.Não é possível pôr em prática o programa eleitoral apresentado enquanto não for posto em causa ter como moeda “este” euro.Como é possível construir cenários a partir de crescimentos que nunca aconteceram desde a adopção do euro como moeda?Lá porque a maioria parte do mesmo número, não significa que ele seja verificável.
    É só porque a questão essencial não é discutida é que questões menores como “os cartazes” ou as diferenças decimais na taxa de desemprego são objecto de discussão.

  2. A actual maioria agradece os serviços prestados por esta crónica em prol da grande causa da renovação por mais 4 anos. Ele há oposições que nasceram para o ser. Não resistiu a escrever sobre uma trivialidade em forma de cartazes de campanha. Está a perder o jeito (ou então não).

    1. Aqui está um exemplo de alguém que tem que ser refugiar no anonimato para escrever isto. Os dirigentes do PS discutem intensamente a questão, escrevem no Facebook, dão conferências de imprensa, demite-se o director de campanha, mas para quem não seja do PS isto tem que ser uma “trivialidade” e é proibido discutir, apesar de se tratar de uma fraude contra os desempregagos. Talvez assim se perceba porque é que o PS tem que suportar estes “makiavel” e outros da sua igualha. Que vergonha.

    2. Caro Francisco Louça, para um Académico respeitável, esperava mais de si, parece que o Sr. também já se guiou pelo lema da Direita, se não temos propostas plausíveis para discutir, vamos discutir casos e casinhos… Eu lamento mas não são cartazes de campanha que me dão ideias de voto, são sim programas e esses pelos vistos para a maioria pouco interessam, preferem antes o estilo CM, arranjar casos para não discutir o concreto, se não acredita e nao gosta do programa Eleitoral do PS, respeito pelas suas ideias e pelos seus ideais, agora vir discutir cartazes, por favor…

    3. Então porque é que os dirigentes do PS podem discutir o caso – demissões, conferências de imprensa, textos nos jornais e no Facebook – e eu não posso? Acha que mentir sobre o desemprego é uma irrelevância? Porque é que o PS cria o caso e depois os seus militantes vêm acusar as pessoas que o comentam?

  3. São sempre bem vindos textos assim a desmascarar a xuxaria do Largo do Rato. Esta história dos cartazes põe a nu os mentiroso e vigaristas que eles são, foram, e sempre serão. Já para não falar da total falta de respeito pelas pessoas em causa, exibidas por todo o pais, sem o seu consentimento, numa situação socialmente estigmatizante como é a de desempregado. Nem maquilhagem deram à rapariga e à senhora que aparece no cartaz; deve ter sido para não ofuscar a Srª Presidenta da Junta de Freguesia de Arroios, que arranjou ao Costa estes falsos desempregados, e que nos seus tempos de porteiro do Frágil, era paga a peso de ouro para não deixar entrar os mal vestidos e os filhos dos pobres. Que trabalho tão sujo! Enfim, nada que me surpreenda numa xuxalista. Deviam era ter posto nos cartazes a fotografia dela, com o slogan: graças ao PS tenho um tacho. Eles aparecem nos cartazes com ar de infelizes (seguramente são mal pagos e a recibos verdes) mas o Costa, no cartaz, onde promete «um tempo de esperança» aparece sorridente (porque será?), mais pálida que o Michael Jackson antes de se ter branqueado, e com a pele mais esticada que um bebé de quinze anos; um pouco mais de Photoshop e a xuxaria do largo do Rato apresentava-nos o Costa louro e de olhos azuis. Nada que me surpreendesse porque os xuxas são isto mesmo: gente profunda intrinsecamente mentirosa e vigarista.

    1. JMF, perdoe o longo discurso, mas gostaria de dizer a si e a quem queira ler que entendo perfeitamente, respeito e até compartilho da sua frustração, embora hoje reconheça que o rolo de mentiras e ilusões já vem de tão longe e é tão imenso, que creio poder ser dito que a principal responsabilidade que pode ser incutida à atual geração de governantes que a herdaram é a difícil decisão de quebrar o hábito e o desenrolar progressivamente do rolo ou seguir pelo mesmo caminho, enrolando-se cada vez mais e prosseguindo assim num caminho perigoso para todos nós.

      Pode parecer ingénuo da minha parte, mas ainda prefiro acreditar que a primeira alternativa, que seguramente não é a mais fácil a curto-médio prazo, é a única que nos pode levar a todos a um bom porto, com o mínimo de destruição de vidas pelo caminho, na certeza que muitas já não poderão ser evitadas. Não se muda uma “realidade” construída durante décadas ou séculos da noite para o dia, e muito menos sem muito esforço e consciência, para amenizarmos eventuais danos. Haja paciência.

      A realidade é que estamos todos numa situação muito complicada, delicada, frustrante e difícil, tanto acima como em baixo e quer estejamos empregados ou não. Não me falta trabalho, mas pelo caminho vi pessoas amadas se perderem pelo caminho e continuo a ver como isso ainda poderá voltar a acontecer. Tenho mais do que suficientes motivos para me entristecer ou enfurecer – seja com quem for ou até comigo mesmo – e em momento algum presumo ser o único. No final de contas, estamos todos num barco só e a infelicidade de uns é a infelicidade de outros. Como escrevi noutro comentário, entendo que Liberdade (com letra maiúscula) ou é para todos ou não é para ninguém e terá de vir com crescente responsabilidade.

      Tanto é condenado a viver numa prisão o prisioneiro como o guarda que cuida da prisão. O guarda pode ter alguns benefícios e uma liberdade parcial que alimenta uma falsa sensação, incomparável à que seria sentida se reinasse a Liberdade total, e que sem dúvida alguma podem levar ao conformismo e ao deixa andar, mas não deixam de viver boa parte da sua vida numa prisão, seja esta feita de cimento ou de mentiras.

      Não vejo sentido em encontrar culpados e muito menos trazer de volta as guilhotinas do passado, ainda que entenda a necessidade de limparmos a nossa casa comum e identificarmos alguns reparos que se fazem necessários e urgentes. De verdade sinto que isso já está sendo feito, mas necessitamos de fazer muito mais. Temos um longo caminho pela frente e o tempo não joga a nosso favor. Não se desenrola um rolo centenário em dias, meses ou meia dúzia de anos. E no entanto, qual a alternativa a não o desenrolar? Resignação não é solução. Revolução – a meu ver – também não (é apenas mais do mesmo). Entre uma e outra, escolho persistir na evolução em direção à verdade.

      Nesse sentido, creio que seria benéfico para todos contribuirmos com o desenrolar da longa herança de mentiras e ilusões, prezando pela verdade, mas mantendo o máximo respeito possível que estiver ao nosso alcance, evitando os insultos. Não sou santo nesse sentido, pois já caí suficientes vezes nas armadilhas das emoções. Apenas reconheço que já nos basta o fogo da dura verdade para incendiar as paixões de um País inteiro, então um pouco de água para moderar os nossos discursos não fará mal a ninguém, seja vinda dos céus ou dos rios, lagos e poços subterrâneos. Essa é a nossa responsabilidade também. Ser assertivo, sem perder o respeito. Mais fácil de dizer que fazer, sem dúvida. Telhados de vidro? Quem não os tem? Caí? Levanto-me, sacudo a poeira e sigo em frente. Da minha parte, farei o que estiver ao meu alcance para me manter fiel ao que acabei de escrever.

      Em frente é o caminho, mas – como digo e repito – às vezes temos que dar um passo atrás para mudar de direção. Um pouco de sol e um pouco de água, é o caminho que vejo para o Paraíso. Que queiramos todos lá chegar e que sejamos um pouco mais ligeiros em fazê-lo, é o que mais desejo, para o bem de todos nós.

      Abraço e cumprimentos.

  4. Os números do PS são tão maquiados quanto os PSD. Parece que nem um nem o outro partido está muito interessado em lembrar os quase 500.000 portugueses (5% ou 1/20 da população) que, desde 2011 (apenas 4 anos), abandonaram o País em busca de trabalho. A este ritmo, mais uns 10 ciclos governativos e não sobrará muita gente para trabalhar.

    Mas vejamos pelo lado positivo… Vão sobrar casas (com um pouco de sorte todos os portugueses caberão nos palácios, quintas e vivendas de luxo), as praias estarão vazias ao fim-de-semana, todos os usuários conseguirão lugar sentado na linha Sintra-Lisboa durante a semana, isto se ainda funcionar uma vez que o trânsito na IC19 será coisa do passado, e a primeira atividade do dia dos deputados da Assembleia da República de 2050 será fazer um mutirão de limpeza, por falta de mão-de-obra.

    Como diria o falecido Fernando Peça “E esta, hein?”

  5. Este filme não tinha visto, mas vi outro bastante parecido :

    A 72 horas do dia das eleições, 8 de Maio passado, Ed Miliband, o líder dos Trabalhistas, apresentou com estrondo á Comunicação Social toda alvoroçada a sua magnum opus, a sua arma secreta que lhe iria dar a vitória eleitoral.
    Tratava-se de uma lápide em pedra com cerca de três metros e meio de altura onde tinham sido esculpidas as suas promessas eleitorais e destinada a ser plantada, caso viesse a ser o próximo Primeiro-Ministro, no jardim do 10 de Downing Street para beneficio das gerações vindouras.
    Esta foi a todos os titulos uma ideia macaca que provocou a chacota geral, coisa nada dificil se considerarmos que 90% dos media eram ferozmente anti Labour.
    Mas o pior é que ela, a ideia, não brotou apenas da iluminada cabeça do líder, mas foi sim produto da congeminação colectiva do estado maior do Partido.
    O resultado é conhecido :Uma humilhação eleitoral sem paralelo desde os anos oitenta, uma derrota nas urnas ainda mais acabrunhante do que a de Michael Foot.
    As Sibilas preveem que irá acontecer o mesmo em Portugal ? E o Francisco o que acha?

    1. É difícil que se repita esse episódio, mas nada indicava que o PS fosse capaz de assassinar a sua própria campanha no tema do desemprego.

  6. Diz que foi o Tito (publicitário mor do PS) que o fez por despeito de ter sido trocado pelo Athayde. O responsável foi ele. Diz que… Que eu não sou do os nem nunca votei na vida.

  7. É curioso assistir-se a um grande debate nacional sobre os cartazes do PS. É um facto que foi o PS quem mais fez por desregular o mercado do trabalho, mas não deixa de ser coincidência não se falar das propostas do PSD para as próximas legislativas, ainda que as do PS tenham sido escrutinadas por todos os nossos comentadores e políticos, nomeadamente em horário nobre nas TVs. Talvez porque as verdadeiras propostas do PSD estão no PEC há muito apresentado em Bruxelas e, essas, não auguram nada de bom no que respeita à Segurança Social, Educação e Saúde,que a serem debatidas pela comunicação social, avolumariam muitas dúvidas de todos os eleitores, incluindo os do PSD.

    1. Também acho, as propostas do PSD poderiam estar no verso dos cartazes em questão. Que óptima ideia!!

  8. Boa tarde Francisco Louça: Talvez o Senhor não se lembre de um debate com o ex primeiro ministro Zé 44
    em meados de 2009?… no plenário da Assembleia da Republica onde por si foram enumerados os vários escândalos e trapalhadas do Zé 44, citando títulos de jornais, revistas e até de outros meios de comunicação, concluindo e muito bem concluído que perante tudo aquilo “o primeiro ministro de Portugal não era uma pessoa séria”. Esfriou a assembleia da republica da esquerda à direita até parecia que os escândalos de Um era a cumplicidade de todos, mas você não vacilo seguiu em frente com a convicção do mundo e foi preciso tanto tempo para que o tempo lhe desse razão. Como bem deve compreender este é mais um fruto das enormes trapalhadas socialistas…. o resto é tudo conversa fiada… volte quando poder a esquerda precisa de si, da sua frontalidade e sobretudo da sua sabedora.

  9. A primeira leva até nem vi qual era a polémica, pois embora exagerados (são sempre) nada tinham de anormal.
    Esta segunda leva, para além dos direitos de imagem dos envolvidos e de a frase ser mentira, ainda reportavam à era Sócrates. Esta é literalmente dar um tiro nos pés. Fugiu-lhes a boca para a verdade..

  10. Ainda sobre a campanha: para além destes cartazes, esta campanha envolveu ontem em Évora uma peça de teatro muito curiosa. Os cartazes foram uma infantilidade quando comparados com o calibre da “notícia” Eborense. Houve, com a cadeia de Évora no fundo, discussões entre os “defensores” de Sócrates e intitulados “anti-fascistas” e defensores do “25 de Abril” e os “opositores” a Sócrates, os auto-intitulados “fascistas” do PNR. Estes últimos declararam o seu “apoio” ao Juíz Carlos Alexandre. O partido PNR “defendeu” o Juíz com veemência e atacou o Sócrates “malandro”. Conhecendo o nosso País e alguns mecanismos do seu funcionamento, a “defesa” foi obviamente articulada. Resultados da encenação: mal o Juíz abra a boca vai sair um sound-bite “os únicos que o defendem são os fascistas” ou “o Dr. é apoiado pela extrema-direita”. Mas isto é apenas o início. Pode utilizar-se o mesmo mecanismo de “cunha” para abrir ainda mais as grandes brechas e vulnerabilidades racionais deixadas pela sociedade Católica: entrevistam-se criminosos condenados a apoiarem o partido da oposição e freiras a darem um apoio “moral” ao partido que mais convém. O fundamental não é o teatro em frente à cadeia ou os cartazes inventados, o fundamental são as tais brechas. Até distinguirmos a realidade do teatro, este continua.

  11. “A história do PS é uma longa peregrinação que passou pela criação dos contratos a prazo, pela promoção das empresas de trabalho temporário, pela restrições à contratação colectiva, pela punição fiscal das vítimas dos recibos verdes.” – E não foi Mário Soares quem criou os Recebos Verdes?

  12. Tivessem os outros partidos, os enormes donativos vindos sempre das mesmas famílias oligarcas antes das eleições, e apesar dos partidos do arco do poder estarem tecnicamente falidos, e Portugal já teria saído deste marasmo económico e socialmente regressivo.

    No dia em que um (basta um) oligarca decida finalmente apostar num dos partidos que realmente nos defendem a todos e que são a única voz dos desprotegidos, ao longo das últimas décadas na oposição, e esse partido ganha as eleições.

    1. Não conheço as propostas a fundo, mas o PAN parece ser um dos poucos partidos que oferece alguma sanidade e saída da mesmice. E não creio ser apenas a favor dos desprotegidos, mas de todos. É óbvio que não conseguiriam resolver os inúmeros problemas sociais de uma vez e que as suas propostas iriam requerer imenso trabalho e – provavelmente – alguns ciclos de governação para se tornarem viáveis e consolidarem, mas – incerteza por certeza da mesmice – pelo menos oferecem uma alternativa e – acredito eu – um passo na direção de uma perspetiva de vida bem mais interessante e feliz.

    1. Segundo o Público, citando o PS, a campanha digital continua a ser de Athayde – a última leva de cartazes não é da sua autoria.

    2. Não são do Athayde, não são da bbz e não são de ninguém, mas afinal são de quem? Sim a agência aqui é o que menos importa, mas cometeu erros de palmatória, independentemente do recheio do PS. Uma vergonha, e por causa do escândalo, não se sabe a agência, mas sim, são do Edson até prova em contrário. Se tivesse ganho prémio já se sabia quem era, atalvez aparececem vários autores.

  13. nunca mais lhe dá uma síncope .. ao PS
    ainda o jorge jesus é outra vez campeão numa das suas duas equipas , e ao PS não lh dá uma síncope ; nunca mais lh dá uma síncope ao PS

  14. Bom dia Francisco Louçã,

    Esta segunda leva de cartazes não leva o nome de Edson. Estará assim “inocente” desta patranhada-político-publicitária.

    ps de post scriptum ou alerta, como queira: o Francisco Louçã devia voltar urgentemente à arena do combate político.

    1. Registo e agradeço. Não tinha lido isso. Mas, como argumento na nota, o problema é o PS, não é o Athayde.

    2. Caro professor! Não vá nessas cantigas de voltar à Arena política. Não se esqueça do que envelheceu nestes últimos anos. Não está melhor assim? Não doira o sol sem política? Fique aqui pelo blog. Não se sente melhor agora? Mesmo o bloco tem de arejar… Abstenha-se nestas e nas próximas eleições, ja trabalhou que chegue!

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