A pegada ecológica do Google

O impacto ecológico das tecnologias de informação tem sido alvo de alguma atenção nos tempos recentes. A redução da energia gasta pelos servidores empresariais é uma meta de muitas companhias (até porque é uma estratégia de poupança de dinheiro).

Desta feita, um estudo vem indicar que uma pesquisa no Google produz sete gramas de dióxido de carbono, tendo em conta tanto a energia necessária para alimentar o computador do utilizador, como os servidores da empresa.

Segundo o responsável pela investigação, duas buscas já produzem o mesmo dióxido de carbono que ferver água numa chaleira eléctrica.

O valor apontado pelo estudo é significativamente superior aos 0,2 gramas que a Google diz serem resultantes, em média, de cada pesquisa.

Já antes houve quem apontasse o grande consumo de energia provocado pelos avatares do Second Life.

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6 comentários a A pegada ecológica do Google

  1. Acho bem que cubram os temas que estão na moda. Mas à força de tanto quereem estar na moda, esquecem-se que este tipo de notícias pode ser puro FUD (Fear, Incertainty and Doubt).

    O senhor que espalhou a notícia tem uma startup que vende créditos de carbono (http://www.altgate.com/blog/2009/01/why-i-canceled-my-co2stats-account.html). Um claro conflito de interesses, para não falar em mais um caso de mau jornalismo. Prefiro continuar a usar os serviços do Google.

    E as vacas continuam a produzir mais gases. É altura dos técnicos de IT deixarem de ir ao McDonalds.

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  2. Armando,

    Ninguém quer com esta notícia que se deixe de usar os serviços Google.

    Aliás, mais do que rebater os números (o que também faz), a Google tem uma observação inteligente na sua resposta: os motores de busca diminuíram a necessidade de deslocações a locais como bibliotecas, com todos os benefícios ecológicos que isso implica.

    Na edição de hoje, o estudo serviu de pretexto para se falar um pouco do consumo de electricidade dos muitos servidores de grandes empresas como a Google.

    Segundo a Gartner, a indústria de IT é responsável pela mesma emissão de dióxido de carbono que a indústria da aviação.

    Não se defende uma postura ludita (e eu seria dos últimos a fazê-lo) – mas é interessante saber.

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