A história do blogger da Póvoa

Na sequência do caso que agitou a blogosfera portuguesa – mas que, mesmo chegando às televisões, parece ter deixado entre o indiferente e o ligeiramente curioso o resto do país -, fica o registo de uma conversa com o autor (que permanece anónimo) do Póvoa Online.

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3 comentários a A história do blogger da Póvoa

  1. Só queria fazer um esclarecimento sobre o termo utilizado para a imprensa local da Póvoa (“muito fraca”) que retirado de um contexto vasto de uma conversa de cerca de 1h30m, pode dar a entender um sentido literal.

    Não é o caso. O termo foi utilizado no sentido de os jornalistas não terem liberdade para escrever sem obedecer às pressões dos que estão no poder, nem aos critérios editoriais, mais do que duvidosos, seguidos pelas direcções dos repectivos jornais.

    Imaginem um jornalista do referido “Póvoa Semanário” a investigar algumas das histórias referidas pela Directora Catarina Pessanha. O jornal tem gente capaz para fazer esse trabalho.

    Mal entrasse na primeira Repartição pública para fazer perguntas “mudava de cidade” no dia seguinte.

    Exagero?

    Moral da história: os jornais acabam por ser fracos e essa característica acaba por os lançar para as dificuldades de sobrevivência, obrigando-os a socorrerem-se da publicidade das empresas que têm negócios com a Câmara.

    É um círculo vicioso.

    Espero ter esclarecido.

    Responder

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