Cyborg Sunday, a estranha surpresa que é a nova criação de Dinis Machado

Esta é uma coreografia de espaço e tempo, onde os cinco corpos constroem uma memória futuro e impõem um modo de agir sobre esse espaço utópico a partir de um presente que vivem de olhos fechados, o que dizem adquire uma importância que necessita de corpos reactivos. Corpos que sejam, afinal, capazes de pensar de que modo como existir para lá da memória física. Corpos que sejam, afinal, veículos de transmissão e de partilha de uma memória em vias de se construir.






Crítica de dança: Fora de qualquer presente

Paula Varanda escreve hoje sobre Fora de qualquer presente, de Sofia Dias e Vítor Roriz, que se apresenotu no fim de semana passado no Centro Cultural de Belém. Um excerto da crítica:   “É no uso inconvencional da voz, com cantares e jogos de palavras com significado claro, que se dá a maior conquista desta […]






Dança para um encontro em que o tempo produzirá uma acção

Sofia Dias e Vitor Roriz mostram hoje (último dia), no Centro Cultural de Belém, Fora de qualquer presente. João Fiadeiro e Fernanda Eugénio estão hoje e amanhã na Culturgest com Secalharidade.   Tempo e acção. Espaço e memória. Encontro e caminho. Será assim, a partir destes binómios, que as duas peças que o Alkantara Festival […]