Um corpo solitário na floresta dos medos

O teatro de Bailey é um teatro de acção, como se essa fosse a sua resposta a décadas de observação. Como se essa fosse a sua resposta à responsabilidade que o teatro deve ter perante a sua História. A sua ética e a sua própria memória. E então voltamos à ideia de normalidade, que é aquilo que se propõe de cada vez que se constrói um circuito de apresentação de uma ópera, como se fosse uma peça de museu que se desloca para ser observada, aplaudida e venerada por públicos indistintos. A porosidade de Brett Bailey vem de um desejo de implicação, de uma necessidade de romper com as normas e de se colocar do lado de quem tem dúvidas.






Porto: uma imagem, duas cidades

No Porto, hoje, dois momentos de particular relevância devolvem à cidade dois teatros. Depois de anos envolto em taipais, o Teatro Nacional São João revela todo o esplendor da sua arquitectura, abrindo-se à Praça da Batalha e reclamando a centralidade que lhe é devida. É, tantos anos depois, o fim de fronteiras físicas que atemorizam […]






Uma voz crítica da Europa na defesa dos valores europeus?

A frase é do novo presidente da Comissão Europeia na apresentação da equipa de novos comissários: “Atribuí pastas a pessoas, não a países. Coloquei 27 jogadores em campo, cada um com um papel específico. Esta é a minha equipa ganhadora”. Tibor Navracsics, 46, ex-ministro da Justiça do governo conservador húngaro, sera – caso seja aprovado […]