Maria Rebeca Juárez Morales (Alguirão-Mem Martins)

Descobri que cada vez que ia a uma caixa multibanco para ver o meu saldo, vinha sempre um pequeno pedaço de papel com os dados requeridos. Reparei também a grande quantidade de pequenos pedaços que eram atirados para os depósitos próprios ou outros qualquer sendo o caso dos centros comercias. A gente lê o que lhe interessa e logo manda para o lixo. (quando no mandado para o chão).

A quantidade indiscriminada de abate de árvores e a consequente desflorestação que isto provoca; sendo que cada determinada quantidade de papel corresponde a uma árvore, Levo-me a reeducar-me neste sentido. Cada vez que vou ver o meu saldo procuro pela função “Ver no ecrã” e se não sendo necessário evito o recibo que se da no fim da transacção. Se mais alguém tinha pensado igual será que já somos dois o mas. A natureza agradece.

PS – Uma lembrança para o Fernando Amaral. Sou mãe de três, todos eles maiores de idade. Aprenderam que usar as torneiras com tempo suficiente ao que preciso, usar a luz das lâmpadas quanto necessário, no pedir o talão e o recibo do multibanco se no for útil, etc. etc., não será nunca beneficio próprio senão da humanidade inteira. Desejo que posa ter a mesma experiencia um dia.

Uma sugestão que vale a pena participar THE PRINCES´S RAINFORESTS PROJECT.

Atentamente,

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