Tânia Mesquita M.

Fico extremamente irritada quando, principalmente ao fim de semana, dou conta de uma fila enorme de carros que aguarda pela lavagem automática. O mais preocupante é que, nessa fila, não costumo ver casos problemáticos de sujidade, daquela que já nem a cor do carro se consegue identificar. Acontece que, muitos desses condutores e muitas dessas condutoras, acham que uma ligeira superfície esbranquiçada e alguns dejectos de aves sobre o carro é motivo mais que suficiente para gastar litros e litros de água e poluir o ambiente mais um bocadinho com produtos maléficos de limpeza. As razões para tal facto acredito serem várias, também já lá vai o tempo em que passava pelas brasas à espera de meter o carro no chuveiro, mas podem ir desde os motivos mais festivos como casamentos e baptizados (onde é que já se viu a noiva, o noivo e os convidados sairem de um carro completamente peganhento?!) até aos mais banais, como o carro novo, uma viagem, um encontro especial ou simplesmente, porque apetece. Sou condutora e até gosto bastante do carro que tenho, mas para mim, a lavagem automática é coisa do passado. Aprendi a sair de casa assegurando-me que tenho água no depósito do pára-brisas, e isso, para mim, é suficiente.

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