Estatuto editorial do PÚBLICO

* PÚBLICO é um projecto de informação em sintonia com o processo de mudanças tecnológicas e de civilização no espaço público contemporâneo.

* PÚBLICO é um jornal diário de grande informação, orientado por critérios de rigor e criatividade editorial, sem qualquer dependência de ordem ideológica, política e económica.

* PÚBLICO inscreve-se numa tradição europeia de jornalismo exigente e de qualidade, recusando o sensacionalismo e a exploração mercantil da matéria informativa.

* PÚBLICO aposta numa informação diversificada, abrangendo os mais variados campos de actividade e correspondendo às motivações e interesses de um público plural.

* PÚBLICO entende que as novas possibilidades técnicas de informação implicam um jornalismo eficaz, atractivo e imaginativo na sua permanente comunicação com os leitores.

* PÚBLICO estabelece as suas opções editoriais sem hierarquias prévias entre os diversos sectores de actividade, numa constante disponibilidade para o estímulo dos acontecimentos e situações que, quotidianamente, são noticiados e comentados.

* PÚBLICO considera que a existência de uma opinião pública informada, activa e interveniente é condição fundamental da democracia e da dinâmica de uma sociedade aberta, que não fixa fronteiras regionais, nacionais e culturais aos movimentos de comunicação e opinião.

* PÚBLICO participa no debate das grandes questões que se colocam à sociedade portuguesa na perspectiva da construção do espaço europeu e de um novo quadro internacional de relações.

* PÚBLICO é responsável apenas perante os leitores, numa relação rigorosa e transparente, autónoma do poder político e independente de poderes particulares.

* PÚBLICO reconhece como seu único limite o espaço privado dos cidadãos e tem como limiar de existência a sua credibilidade pública.

4 comentários a Estatuto editorial do PÚBLICO

  1. Em relação à noticia publicada sobre o sector da Caça (segue o seguinte link)

    http://www.publico.pt/local/noticia/sem-coelhos-na-mira-as-armas-dos-cacadores-viramse-para-tudo-o-que-mexe-1697562

    Exmº Sr. Provedor do Leitor

    Foi com profundo desagrado que li esta notícia, em tão prestigiado jornal.
    Claramente revela falta de pesquisa e falta de rigor por quem a escreveu.
    Se há assuntos que nela têm todo o sentido e até mereciam continuidade e aprofundamento dos mesmos, noutros revela claro desinteresse e roça quase a ofensa.
    Pois a Caça além se ser uma escola de vida, pois nela se ganha e desenvolve a chamada ética, é uma das mais eficientes “ferramentas” de gestão e da promoção da vida selvagem de uma forma sustentável.

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  2. Bom dia
    O artigo publicado hoje sobre o sector da caça é na realidade uma deturpação clara da realidade cinegética do nosso país. Cada vez mais, existe a preocupação dos caçadores pela sustentabilidade ambiental e com isso uma maior procura pelo equilibrio no ecossistema.
    Nunca fez nem fará parte do espirito de qualquer caçador atirar a tudo o que mexe!
    Se há arte em que a etica prevalece em todos os momentos, a caça é uma delas!

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  3. Artigo Publicado no Público em 11/Jan/2015 sobre Tribunal de Cobntas e TGV:
    Como pode um cidadão, vosso assíduo leitor e assinante, apresentar/publicar um contraditório sobre “inverdades graves” que lê em artigos de opinião que mais não fazem do que acrescentar inverdades às reclamadas (pelo autor desse artigo) faltas de verdade de detalhados e minuciosos estudos de viabilidade levados a cabo pelo TC? Como podererei contestar óbvios abusos de comparação, usados como “justificações” para a deturpada acusação do absurdo das conclusões do TC se o autor compara situações geo e demográficas inerentes ao Centro da Europa com situações de países periféricos? E se compara um País do 1ºmundo como o nosso, plenamente integrdao na UE com situações de “idade romana” como induzido no texto desse artigo? Portugal já usufrui actualmente de uma rede de infraestrutruras viárias e ferroviárias de primeiro nível Europeu, fruto de elevadíssimos investimentos à custa do erário público, em dezenas de anos! Não é de todo lícito equacionar esta questão, que o TC analisou com todo o rigôr e bom senso possíveis, como uma alternativa imperativa às “estradas romanas”, pois estamos no Século XXI, e apenas discutindo diferenças de minutos de tempo nos trajectos já existentes versus biliões de sacrifício dos contribuitntes! E para realidades geo/demográficas muito diferentes onde a questão deixa de ser “alargar centros cosmopolitas de economia/trabalho”, típicas de cidades a poucas centenas de kms de distância , para realidades periféricas onde é inpensável a existência de qualquer tráfego de Lisboa para trabalhar em Madrid ou Paris diáamentre!!! Ou será que o autôr desse artigo preferiria a opção de viajar num comboio de Alta Velicidade entre Lyon (França) e Frankfurt (Alemnah) podendo optar por uma viajem aérea “low cost” e muito mais rápida? Enfim, as certezas invocadas nesse texto, para quem invoca falta de contraditório às conclusões dos estudos realizados pelo TC, constituem em si próprias uma fortíssima e perigosa “contaminação” da realidade e da informação pública!

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