Ócio no subterrâneo [PLÁSTICO]

Na Solidão dos Campos de Algodão, de Koltès, pelo Teatro Plástico Porto, 12 de Abril de 2006 O Plástico penetrou num dos lugares mais populares da modernidade tardia em Portugal: os parques de estacionamento subterrâneo que proliferam desde os anos noventa, e que, no imaginário de alguns, equivalem às florestas por onde se levam cestas […]

Infiltrações domésticas [PLÁSTICO]

Nada #2, de Edward Bond, pelo Teatro Plástico Porto, 9 de Setembro de 2005 O teatro é a continuação da política por outros meios. Quais? «As formas simples do próprio drama, com o seu antigo-moderno poder que os humanos recriam nos jogos infantis», escreve Bond numa carta ao Teatro Plástico. E a remontagem de Nada […]