O sonho da razão engendra monstros

Nos primeiros dias do Festival de Almada, três pesos-pesados da encenação em Portugal: Luís Miguel Cintra, com O Sonho da Razão (até domingo, 8); Jorge Silva Melo, com Herodíades (até sábado, 14); e Ricardo Pais, com O Mercador de Veneza (só mais hoje). A crítica à versão inaugural d’O Mercador (cuja cena principal veio a Ricardo Pais num sonho, contou o encenador hoje no colóquio da Escola D. António da Costa) está aqui. As restantes dentro de momentos.

Em O Sonho da Razão, uma colagem de textos de vários autores, a que poderíamos chamar filósofos, Luís Miguel Cintra, que além de encenar também interpreta um filósofo moribundo, expõe mais um capítulo da sua obra teatral contínua, feita de convenções próprias e originais, mas reconhecíveis e familiares, pondo o público em diálogo direto com as heranças vivas da cultura do Iluminismo, em especial.

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