

O Dia do Jornalismo de Impacto, que envolve vinte e dois jornais de vinte países de vários continentes, como, por exemplo, o francês Le Monde, o italiano La Stampa, o brasileiro Folha de S. Paulo, o mexicano Excelsior, o indiano The Times of India e o nigeriano The Nation, foi comemorado com a publicação de reportagens que apresentam soluções concretas para problemas educativos, ambientais, sanitários e sociais. Assinalado em dias diferentes desta semana e da passada (a Folha de S. Paulo celebrou-o no sábado, o Le Monde, na segunda-feira), o Dia do Jornalismo de Impacto foi promovido pelo projecto Sparknews, que se apresenta como uma comunidade internacional de jornalistas e empreendedores sociais.
Organizada pela primeira vez, a iniciativa, segundo os promotores, pretende estimular a difusão de soluções que mudem o mundo, incentivar os leitores a disseminá-las, desenvolvendo assim um jornalismo positivo num período que se está a viver com enorme ansiedade. Sparknews não quer ocultar os problemas da sociedade, o que deseja é olhar para os desafios que se colocam e reparar nas respostas que já lhes estão ser dadas.
Defendendo “a partilha de ‘boas práticas’, o entusiasmo sem ingenuidade, a objectividade e a benevolência, e a independência”, Sparknews afirma o conceito de “jornalismo de impacto” ou mesmo de “jornalismo de duplo impacto”. O primeiro impacto ocorre quando os media denunciam as injustiças e as derivas. O segundo verifica-se quando os media mostram as soluções que existem para os problemas, fornecendo instrumentos para agir.
[As reportagens publicadas pela Folha de S. Paulo podem ser lidas aqui]