Os melhores jornais escolares são os que persistem

Entre o fim do primeiro período lectivo e o início do segundo, desfazem-se inúmeras dúvidas. É sobretudo por essa altura que se pode comprovar, em papel impresso, que jornais decidiram prosseguir a sua aventura. Fazer um jornal escolar é um trabalho difícil. Requer uma tal conjugação de disponibilidades e de esforços – e de apoios, claro – que mesmo os mais persistentes podem acabar por, tantas vezes, querer desistir. Mas, quando o ano lectivo começa, uma redobrada energia, que não se sabe de onde surge, dita a mobilização de uma equipa que faz nascer e crescer, mais uma vez, o jornal da escola. Os melhores jornais são esses. Os que persistem, apesar de todas as contrariedades, as inevitáveis e as escusadas.
Iremos começar a falar dos que nos têm sido (e continuarão a ser) enviados. Porque divulgar o jornalismo escolar, um trabalho tão importante e, simultaneamente, tão desconhecido, é também uma das missões do PÚBLICO na Escola.

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