Gadgets e pobreza

São muitos os produtos electrónicos desejados pelas crianças dos Estados Unidos da América com idades entre seis e doze anos (quatro dos cinco mais indicados são da Apple – iPad, iPod Touch, iPad e iPhone), segundo uma lista apresentada pela Nielsen, uma empresa que estuda os comportamentos dos consumidores.
Embora a outro propósito, o escritor Carlos Tê afirmava ontem, na revista Visão, algo que pode servir como um comentário a estas compras que os mais novos, dos Estados Unidos e, com certeza, de outros cantos do mundo, desejam (e, na maior parte dos casos, não poderão) fazer nos tempos mais próximos. É preciso “redefinir a pobreza para não perverter o essencial”. É que “Não ter um iPhone não é ser pobre. Nunca ter entrado numa livraria é”.

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