O vício do Facebook

“O uso do Facebook revela-se benéfico para quem não é um dependente da rede social e negativo para os que nela são viciados”. Não é uma novidade surpreendente, o que afirma Éric Charles, psiquiatra no Hospital Esquirol de Limoges, em França, que supervisionou um estudo, hoje divulgado pelo diário Le Figaro, que calculou em mais de 4% os utilizadores viciados no Facebook. O que talvez se ignore é a fórmula, digamos assim, que determina a existência de vício: o que dele padece acede, em media, onze vezes por dia, durante mais de três horas, e os “amigos” são, sobretudo, virtuais, com os quais nunca se encontrou. Os não viciados vão ao Facebook cinco vezes por dia durante pouco menos de uma hora. E, em vez dos 179 “amigos” que o viciado tem, o utilizador “normal” tem 95 “amigos”, reais na maioria. Do estudo, Éric Charles concluiu ainda que 70% dos viciados no Facebook têm uma fobia social e que esta percentagem engloba maioritariamente mulheres.

Um comentário a O vício do Facebook

  1. Boa tarde sou jornalista da SIC e estou à procura de pessoas viciadas em redes socias para virem ao programa.
    Se conhecerem alguém que queira dar a cara entrei em contacto comigo.

    boatarde2@sic.pt

    Obrigada,
    Ana Rita Guerreiro

    Responder

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