Boa notícia na apresentação da edição deste ano do festival Peixe em Lisboa (de 3 a 13 de Abril): a vinda do brasileiro – ou melhor, do paraense – Thiago Castanho, para apresentar em Lisboa a cozinha que faz no seu restaurante Remanso (há o Remanso do Peixe e o Remanso do Bosque), em Belém.
Thiago Castanho no Mercado Ver-o-Peso
Por coincidência, é também em grande parte sobre ele que falo na próxima edição da Fugas, amanhã, sábado. Aí conto como foi aprender a comer muitas coisas novas em Belém, conhecer o Mercado Ver-o-Peso, e ver o trabalho de Thiago no Remanso (já o tinha conhecido, assim como ao irmão, Felipe, quando estiveram em Portugal, no Belcanto, de José Avillez, mas não tinha tido a oportunidade de provar a comida que fazem).
Na foto: farofa de ovo Mollet
O Thiago falou muito sobre os produtos da Amazónia, claro, que são a grande base da qual parte o seu trabalho, mas explicou também as influências portuguesas em pratos como o pato no tucupi ou a maniçoba. Como não cabia tudo no texto da Fugas, ficaram algumas coisas por dizer, mas fica já a promessa de que, depois de sair o trabalho da Fugas, publico aqui no blogue a parte da conversa que ficou de fora.
Na foto: pupunha com pele de arroz e manteiga de castanha (uma surpresa, o sabor da pupunha, e tão bem conseguido neste prato)
E a sobremesa: Bacuri, sagu de café e toffee de cumaru (bacuri é uma das frutas mais deliciosas que provei na Amazónia)




Thiago Castanho, amei saber k vc veio de Belém somos da mesma TERRA abençoada .Moro em Portugal e morro de orgulho de pessoas como vc k mostra o k tem de melhor na arte ou melho como disse CULTURA paraense