Fondue de queijo numa lição

Sábado, no Centro de Artes Culinárias, no Campo de Santa Clara, em Lisboa, o André Magalhães, da Taberna da Rua das Flores, demonstrou como se faz fondue de queijos. Foi um espectáculo que decorreu simultaneamente em dois palcos, ou melhor, em dois fogões: num o André colocou, cortados em pedacinhos, vários tipos de queijo de ovelha; no outro fez o mesmo mas misturando variedades de queijo de cabra.

Confessou que era a primeira vez que fazia fondue com este tipo de queijos, até ali fizera sempre com queijo de vaca, mas numa feira de queijos em que havia tantas variedades à disposição, era irresistível experimentar. No de ovelha, esfregou alho no fundo da panela e juntou vinho branco. No de cabra, usou leite de cabra.

E para ajudar a criar a consistência certa – é preciso que fique cremoso, e que faça fio quando se levanta a colher – usou farinha de araruta (lembram-se das bolachas de araruta, aquelas secas, mas secas, que ficavam óptimas com marmelada?). O lume tem que estar baixo para evitar que o queijo crie crosta, avisou. Pareceu fácil (mas desconfio que não será assim tão fácil acertar com a tal consistência) e estavam óptimos, os dois. Eu escolheria o de cabra, mas isso já depende de cada um.

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