O Douro tem tudo, diz o New York Times

Não sou eu quem o diz. É mesmo o The New York Times. Ou melhor, Eric Asimov, o crítico de vinhos do NYT. Eu digo só que vale a pena ouvirmos. O texto começa assim: “A região portuguesa do Vale do Douro tem tanta coisa a seu favor que é quase ridículo.” E depois enumera: tem paisagem (“é uma das regiões vinícolas mais bonitas do mundo”); tem inteligência (“algumas das mentes mais criativas deste negócio fazem vinho no Douro”); tem história; e tem uvas (“muitas delas de vinhas velhas”).

Foto: Tony Cenicola/The New York Times

E diz mais: “Isolado na ponta atlântica da Península Ibérica, Portugal tem sido em grande parte imune às pressões do conformismo que levaram tantas regiões vinícolas a deitarem fora as suas pouco conhecidas castas indígenas em favor das que são mais populares por todo o mundo”. Isto quer dizer que Portugal tem vinhos diferentes, personalizados – e isso é uma vantagem. (em muitas coisas ligadas à agricultura, o isolamento e o atraso começa a revelar lados positivos).

Um painel de peritos do NYT prova depois 20 vinhos do Douro e faz as suas apreciações, que podem ler aqui.

Este post era mesmo só para dizer isto – de facto, “é quase ridículo”. Saberemos aproveitar?

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