Não se pode comer mais nada

O diabo está ali no frigorífico, em fatias. E eu comi duas delas logo antes de ler a notícia que abalou o mundo da charcutaria. Na embalagem estava a receita do desastre. Noventa e seis por cento eram “carne de porco” – designação habilmente genérica, onde tanto cabe o lombo quanto as pálpebras do animal. […]