Em Paris (III)

Já passava das 20h, a fila prometia mais 30 a 45 minutos de espera. Tem sido assim desde 24 de Novembro e será assim até 25 de Março, por certo, já que a expoisção Dalí, que o Centre Georges Pompidou dedica ao artista espanhol, tem sido um sucesso de público. Já há 30 anos, estava […]






Em Paris (II)

Os franceses não gostaram do filme, diziam que os expunha demasiado a uma nostalgia, a uma espécie de paragem no tempo que em muito justificava porque podem os franceses, e os parisienses em particular, perder horas a discutir o nada. Contudo, Woody Allen tinha razão quando em Midnight in Paris disse que Paris era uma […]






Em Paris…

Parece que nunca se sai de Paris. Eis-me, de novo, depois de uma semana feita entre Amsterdão e Estrasburgo para ver espectáculos (textos entretanto publicados na edição diária) e, no caso da capital holandesa, para conhecer, pela primeira vez a cidade e sobre ela escrever para o Fugas, em breve (posts sobre estas duas cidades […]






Em Paris

De tantas foram já as vezes – e tantas serão ainda – em que estive em Paris que me esqueço que se trata de uma viagem. É tão “lá de casa”, como soi dizer-se, que ir ver um filme no Mk2 Beaubourg no domingo à tarde, almoçar no Café Mistral, na Place du Châtelet, ir à Mona […]






Chegada do comboio à estação

Um dos primeiros filmes da história do cinema foi, precisamente, a chegada do comboio à estação, dos irmãos Lumiére. Essa sequência é homenageada no filme de Martin Scorcese (que eu acho belíssimo, aliás). Gosto de estações de comboios e de pessoas à espera de comboios. Aqui, a estação de comboios de Montparnasse, em Paris.






Diário de Paris (VIII)

Há vários alfarrabistas, livrarias com livros em segunda mão e outras onde se encontram preciosidades. A Gilbert & Jeune, não sendo a mais extraordinária, é a mais acessível, com as suas divisões em secções e um verdadeiro espírito de equilíbrio entre livraria e alfarrabista. Aqui, junto à Fonte de Saint-Michel, os empregados descarregam caixas e […]






Diário de Paris (VII)

Seria muito fácil pensar que os dias inteiros aqui, nestas ruas, nestas livrarias, nestes restaurantes, neste encontros fortuitos e nesta luz, poderiam ser dias inteiros nas árvores, como o título da peça de Marguerite Duras. Depois percebemos que todas estas ruas, árvores, restaurantes, encontros e luz só produzem o efeito que precisamos porque, precisamente, não […]