A “mãozada” de Stallone em Cannes

Stallone em Cannes - Foto de Renato Cruz Santos
Sylvester Stallone já tinha cinco Rockys e três Rambos. Já tinha sido John, Balboa, Cobretti e Ray Tango. Em 1993, vestiu a pele de Gabe, um alpinista que se sente culpado pela morte de uma pessoa num acidente de escalada. “Cliffhanger” (“Assalto Infernal”), de Renny Harlin, valeu a Stalone uma viagem a Cannes e a marca da sua enorme mão direita num molde, que continua a ser uma das muitas atracções de Cannes a par das “mãozadas” de Quentin Tarantino, Akira Kurosawa, David Lynch, Jodie Foster, Isabella Rossellini…

O rasto de Stalone em Cannes não vai muito além de 1993, ano em que a Palma de Ouro foi para os filmes “O Piano”, de Jane Campion, e “Adeus, Minha Concubina”, de Chen Kaige. Quatro anos depois, também “Cop Land”, de James Mongold, foi aceite na competição oficial, mas a Miramax declinou o convite porque precisava de voltar a filmar algumas cenas com Stallone, que entretanto ganhara peso… Se tivesse ficado em Cannes, a história poderia ter sido bem diferente…

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Luís Octá­vio Costa e Renato Cruz San­tos (fotos) viajam na Côte d’Azur a con­vite da easyJet e da Atout France

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