Em Paris…

Parece que nunca se sai de Paris. Eis-me, de novo, depois de uma semana feita entre Amsterdão e Estrasburgo para ver espectáculos (textos entretanto publicados na edição diária) e, no caso da capital holandesa, para conhecer, pela primeira vez a cidade e sobre ela escrever para o Fugas, em breve (posts sobre estas duas cidades também em breve).

Mas Paris, cidade à qual regresso tanto, como se, de facto, nunca de cá saísse, acolhe-me com chuva, com frio, como se quer. Esta manhã, em frente à Gare du Nord, mesmo com filtros do Instagram, era assim.

Deve haver um poema qualquer, qualquer coisa que fale disto, deste fascínio que o quotidiano parisiense causa, uma espécie de diálogo com uma herança colectiva, da qual somos meros espectadores no tempo que por cá passarmos. Todas as manhãs parisenses dão origem a má poesia, mesmo que em prosa, como este post…

Um comentário a Em Paris…

  1. Paris, é mesmo assim… um místico de “magia e paixão” porque quem o visita….isto mesmo se passe muitos anos sem lá voltar, é o meu caso!Mas guardo todos os recantos, monumentos, ruas, cheiros… o frio a chuva, se torna mais suave e até com um pouco de romantismo! Por esta razão, e uma embora tenha vivido das situações mais triste,pois minha mãe faleceu a ser operada Hospital Americano,em Paris!não deixei de ter no coração esta cidade de mil e uma cores e luz!!

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