O nosso guia é o Kuassa. É ele quem conduz o jipe e leva música para ouvirmos naquelas estradas verdes. “Leve leve” é uma expressão que gosta de ir repetindo e ri-se muito quando nós dizemos que o deus que criou São Tomé já morreu. Como tem estado sol, andamos a saltitar de areal em areal: na praia Piscina, por exemplo, só estávamos lá nós. E na dos Tamarinos e na Jalé também só estariam mais três ou quatro pessoas. De resto, é só palmeiras e o barulho das ondas.
Hoje à tarde aventurámo-nos pelo mercado novo, um armazém gigante de cores e vozes, onde fomos comprar o que precisamos para a festa de ano novo. O plano é apenas jantarmos em casa e, depois, “girar” por aí. No dia 1, disseram-nos que a tradição é toda a gente ir para praia. Vamos cumpri-la, claro. Bom ano.

