Diário de Paris (II)

Uma das coisas que mais gosto quando viajo é a oportunidade de poder passar algum tempo no interior dos teatros, quando ainda não se abriram ao público, quando ainda não está tudo pronto. Gosto da ideia de que podem existir outras histórias dentro do tempo que leva a contar a história que vieram ver. Aqui, dois exemplos:

Vista sobre a entrada do Thèâtre de la Ville durante o intervalo de “Lulu”, que Bob Wilson fez para o Berliner Ensemble a partir do texto de Frank Wedekind, tirada do camarote Sarah Bernhard, durante a recepção privada oferecida pelo director do teatro Emmanuel Demarcy-Mota.

Aqui, momento de ensaio de uma performance para a abertura da exposição “Danser la vie” que a partir de 23 de Novembro apresenta no Centre Georges Pompidou uma história da dança desde 1900.

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