À volta do Palácio de Água

Saí­dos do Palá­cio da Água, fomos tomar um café numa pequena venda. A ima­gem do Buda na parede, alguma comida exposta e alguns panos, cer­ti­fi­ca­vam que está­va­mos na Indo­né­sia. Não que­ría­mos acre­di­tar que na estreita área que envolve o Palá­cio cor-de-rosa vivem 25 000 pes­soas, infor­ma­ção que o dono do lugar cer­ti­fi­cou, assegurando-nos que valeria […]

Cor de rosa

Quando, num curto inter­valo de tempo, os olhos se enchem de estra­nhe­zas e mara­vi­lhas, parece que se defen­dem regis­tando um ele­mento. O cor de rosa foi o registo que por tem­pos domi­nou a nossa expe­ri­ên­cia no Taman­sari, que nos tra­du­zi­ram por Cas­telo ou Palá­cio de Água. Fica a 2 km a sul do Palá­cio de Yogyakarta […]

No mercado

Eram sobre­tudo mulhe­res que ven­diam e com­pra­vam nas ban­cas num dos mer­ca­dos de Yogya­karta. Deci­di­mos parar quando per­ce­be­mos que o mer­cado de fres­cos pro­me­tia fruta e sobre­tudo cor. Além disso, havia roupa, brin­que­dos, uti­li­da­des domés­ti­cas e agrí­co­las. A estru­tura de madeira em tons cor-de-rosa protegia-nos do sol forte do meio-dia e o ar cor­ria brando […]

Multidões de pedra

A pri­meira impres­são que os tem­plos Pram­ba­nan nos pro­vo­ca­ram foi de uma certa inqui­e­ta­ção: ao longe, pelo efeito do sol forte e directo apa­re­ciam enor­mes silhu­e­tas de um negro baço e indis­tinto. Len­ta­mente, à medida que nos apro­xi­ma­mos come­ça­mos a per­ce­ber pata­ma­res, recor­tes, volu­mes, rele­vos … Eddy fazia ques­tão em andar depressa por­que “há muito […]

Chegamos a Yogy!

Despedimo-nos do com­boio com alguma pena numa ampla esta­ção que indi­ci­ava a impor­tân­cia e dimen­são de Yogya­karta.. Mais conhe­cida pelo dimi­nu­tivo Yogy, a cidade é con­si­de­rada a capi­tal his­tó­rica de Java e uma das cida­des cul­tu­ral­mente mais ricas do Ori­ente. Apa­nhá­mos um táxi para o hotel e, pelas jane­las, per­ce­bía­mos que era evi­dente a mistura […]

Comboio por fora com gente

Há com­por­ta­men­tos que se repe­tem nas dife­ren­tes par­tes do mundo: dizer adeus a um com­boio que passa é um deles. Os mais mili­tan­tes nesta prá­tica são as cri­an­ças que nos fize­ram lem­brar as nos­sas infân­cias vivi­das em Fafe e em Cal­das da Rai­nha: nas horas em que pas­sava um com­boio grande, íamos em bando dizer […]

O comboio por fora

O com­boio par­tiu à hora e dei­xá­mos a esta­ção de Ban­dung que é um enorme recinto coberto sem qual­quer carac­te­rís­tica inte­res­sante. Aliás, as gran­des e médias esta­ções seguem o mesmo modelo; de vez em quando um lugar menor que não mere­cia para­gem mos­trava uma cons­tru­ção menos padro­ni­zada e mais inte­res­sante. Ao longo do cami­nho entre […]