Nariz persa

Em algumas culturas dizem que é sinónimo de atitude. Noutras, vincado traço de identidade. Uns lamentam os alegados estragos estéticos que provocam. Em todo o lado, podemos encontrar de diversos feitios. Aqui, no Irão, reconhecemos que, regra geral, são… proeminentes. Sim, falamos do nariz. De traço, persa.

O chador não tapa tudo. Pelo contrário, destaca ainda mais as…virtudes femininas. Ou que se lhe opõe.

Em Teerão é bem frequente encontrar narizes…”ajustados”. Proeminências sujeitas a orgulhosas plásticas. Em fase de cura final. E não pensem que são apenas as mulheres que recorrem ao bisturi.

Exclusivamente feminino são mesmo as sobrancelhas. Regra geral, muito trabalho (algum dinheiro) e um efeito claramente… dececionante. O mais anti-natural e inestético que se possa imaginar. A arte persa não faz escola nesta, nada natural e certamente pouco bela, criatividade. E fico-me por aqui, desnecessário ser mauzinho. Que estas modas não peguem em Portugal…

Rui Bar­bosa Batista relata no blo­gue Cor­rer Mundo a sua aven­tura pelo Irão. No site www.bornfreee.com pode ace­der a outros rela­tos e ima­gens sobre a viagem.

 

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