Gula é pecado?

Quando se vagueia sem destino, a felicidade encontra-se a cada esquina. Neste caso, ao fundo da rua. Há vapores e cores. O dia desmaia e, sem coisa mais útil que fazer, lá seguimos a curiosidade dos pés… A maior saudade destas férias – confesso, quando longe, raramente penso no que deixei em Portugal, excetuando o […]






A chegada do “costume”

Fome e algum cansaço, pelo constante balouçar do comboio, aconselham a um rápido fim de viagem. Mais pelo apetite insaciável, confesso. Quando, no início de potencial impaciência, começamos a conjeturar projeções de hora de chegada, eis que avistamos a placa de Nyaung Shwe. Está resolvido. Ainda mal pousado o primeiro pezinho fora do comboio e […]






Rumo ao Lago Inle

Percorremos o mercado de Kalaw uma última vez. Não é grande, vale essencialmente por três bancas com artefactos interessantes. A última vistoria de quem teme não encontrar exemplares iguais no Lago Inle. Há quem compre mais qualquer coisinha. Rumo à estação de comboio, aprecio a arte de um barbeiro. Agora, olho para esta profissão de […]






O Reino das Montanhas

O problema das viagens com tempo contado é precisamente esse: não temos todo o tempo do Mundo para fazermos o que nos apetece. E neste momento, mais do que nunca, percebo o quanto o TEMPO é um recurso, uma riqueza que tantas vezes desprezamos. Cada minuto é importante. E não, não precisa de ser vivido […]






Kalaw

Uns 300 quilómetros feitos em ‘escassas’ oito horas. Interminável. Estafante. E com paragens sucessivas. Ainda bem que escolho o transporte expresso. Uma saga sem fim e que, já em montanha, em somatório de curvas e contracurvas. Há anos que não enjoava… Mais uma vez, o transporte deixa-nos no hotel. Aqui é assim. Serviço VIP a […]






Escravatura moderna

O termómetro está nos 40.º e o calor já está em queda. O máximo do dia terá atingido mais dois ou três graus, seguramente. Regressamos a Bagan. Estamos perto quando nos deparamos novamente com a tal obra, com mais de 100 formiguinhas (trabalhares birmaneses, entenda-se) em agitada labuta. Ao ritmo alucinante verificado de manhã. Esta […]






“Outra” Birmânia rumo ao Monte Popa

A primeira vez que contemplo aquele rosto, madrugava rumo ao Monte Popa. A mais bela que encontro na Birmânia, está coberta de pó. Uma peça de museu ambulante. Trabalha de sol a sol a carregar cascalho de um lado para outro, na construção de uma estrada. O exotismo da sua beleza relaxada esvai-se da mente […]