Kalaw

the-art-of-hearing-heartbeatsUns 300 quilómetros feitos em ‘escassas’ oito horas. Interminável. Estafante. E com paragens sucessivas. Ainda bem que escolho o transporte expresso. Uma saga sem fim e que, já em montanha, em somatório de curvas e contracurvas. Há anos que não enjoava…

Mais uma vez, o transporte deixa-nos no hotel. Aqui é assim. Serviço VIP a toda a hora. Um cuidado que poupa tempo e a moléstia de voltar a negociar para novo transporte. A nova vaga de turismo faz com que alguns não tenham bem a noção do que pedem por determinados serviços.

Esticar as pernas e primeiro contacto com Kalaw. Uma aldeia de montanha de colonial estilo inglês. Um paraíso para o trekking e exploração das várias tribos de montanha. E para nos abastecermos de tentador artesanato…

O livro de que falava? Bom, é uma inspirativa história de amor passada entre 1950 e a atualidade, na qual um bem-sucedido advogado de Nova Iorque desaparece subitamente, sem deixar rastro. A esposa e os filhos não fazem ideia o que se passou, até um dia encontrarem uma carta que o marido escreveu há muitos anos a uma mulher birmanesa a qual nunca tinham ouvido falar.

Esta história, na qual se baseia o livro “The Art of Hearing Heartbeats”, de Jan-Philipp Sendker, passa-se aqui, em Kalaw.

 

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Rui Bar­bosa Batista relata no blo­gue Cor­rer Mundo a sua via­gem pela China e Bir­mâ­nia. No site www.bornfreee.com  pode ace­der a outros rela­tos e ima­gens sobre a viagem.

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