Soberba Praça Vermelha‏

Quero entrar em Moscovo pela porta GRANDE. Em GRANDE. Não deixo cereja alguma para o fim. Vou direito a ela: Praça Vermelhaaaa!!

Check-in feito, “tralha” acomodada e já novamente deliciado no metro (lá iremos…). Saio a uns 500 metros. Firme na caminhada, em minutos estou num dos lugares mais emblemáticos do Mundo.

Este é o local mais simbólico e universal de toda a Rússia.

Estou no centro. É aqui que todos os soberbos adjetivos parecem gastos. Inapropriados por saberem a tão pouco. Simplesmente isso. Uma altivez a 360º que baralha as prioridades do meu olhar.

Este ícone internacional não merece polícias sisudos, funcionários de estabelecimentos rígidos ou placas ininteligíveis: aqui, no coração da segunda cidade com maior densidade de milionários do Mundo, ainda são poucos os restaurantes com menu em inglês. Apesar do imenso e sempre crescente turismo, raros empregados falam essa língua universal.

Há centenas de pessoas a usufruir do mesmo prazer que o meu. Multiplicam-se as fotos e as vulgares e vulgarizadas “selfies”, em desnecessários repetidos e repetitivos exemplos de egos ávidos de massagem.

Há quem venda flores enquanto Lenine dorme. Nem sei se lhe deseje paz. O seu mausoléu não recebe a atenção que julgava. É ofuscado pelo brilho e intensidade de todo o cenário. No tempo da União Soviética, tudo bem diferente: as filas eram permanentes.

A Catedral de S. Basílio parece adornada de rebuscadas cebolas, em alegres e coloridos tons. Em 700 metros oposta a outro emblemático edifício, numa praça que tem 130 metros de largura. Das maiores da Humanidade.

As galerias GUM ocupam toda uma “lateral”. Sem dúvida, uma das maiores atrações da Praça Vermelha. Sobejam-lhe lojas chiques, com preços adequados ao seu estatuto, e vários restaurantes. É aqui que almoçaremos, numa das “pontes” no interior do amplo complexo.

Paixão ao primeiro olhar, a Praça Vermelha merecerá boas visitas. Muito curioso com o seu élan à noite…

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Rui Bar­bosa Batista relata no blo­gue Cor­rer Mundo a sua via­gem pela Rússia
. No site www.bornfreee.com  pode ace­der a outros rela­tos e ima­gens sobre a viagem.

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