Rumo ao orgulho de GORI

Tbilisi começa a prometer viciar, pelo que é melhor partir já para o ‘país real’. Seguimos, por isso, para a efetivamente desinteressante Gori. Esta cidade industrial de 60.000 habitantes passaria ao lado do nosso mapa, não fosse o seu filho pródigo: Josef Stalin.

Com a bagagem as costas, experienciamos o eficiente metro. Frio como o bloco de Leste, porém bem barato (seis bilhetes por 1,3 euros). E cumpridor da sua missão. À superfície, já percebemos a loucura e irresponsabilidade da generalidade dos condutores.

Perto da estação central, procuramos a Marshutka certa. Como habitual em muitos países, os taxistas tentam ludibriar-nos para usar os seus serviços. Irredutíveis. A experiência é sempre gira. Zaza não fala inglês, mas faz proposta honesta e o seu confortável carro de sete lugares vai levar-nos. Acabaremos por o reencontrar…

Estamos no centro de Gori. Desinteressante, tudo à volta do museu de Estaline (Stalin) e da casa onde nasceu, que agora esta no centro da praça principal. Entramos?

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Rui Bar­bosa Batista relata no blo­gue Cor­rer Mundo a sua via­gem pela
Geórgia, Arménia e Nagorno Karabakh. No site www.bornfreee.com  pode ace­der a outros rela­tos e ima­gens sobre a viagem.

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