Adeus ao mestre

Os macacos budistas voltaram ao templo a que dão o nome. Quem é que consegue dizer Swayambhunath? Voltei para me despedir do mestre Shree. Grande sorriso quando me vê. Estava a pintar máscaras na loja da família. “Eu estava para fechar a loja hoje”, disse-me, “mas não fechei e agora sei porquê. Porque tu vinhas […]






Colunas dóricas e uma cascata

Além de me cruzar constantemente com sócios fundadores da Freak Street (off Durbar Square de Katmandu), mais me cruzo com a sua música. Jim Morrison (“An american prayer”) em Lhasa, entre as cantorias locais. John Lenon em Katmandu enquanto embalo uma cerveja, almoço entre “Tambourine man” (Bob Dylan) e “I’m your man” (Leonard Cohen), jantar […]






Santos e Paz

A primeira vez que assinei a factura do pequeno-almoço na casa de doidos com nome de hotel onde passei as primeiras noites em Katmandu, o empregado disse-me que Santos era nome nepalês. Que queria dizer qualquer coisa como Paz. Espera aí um bocado que eu ainda tenho umas coisas por tratar. Ou, como dizia Santo […]






À espera

Sempre saí de Katmandu pela madrugada. Pokhara é uma pequena cidade à beira dum lago, montanhas verdes a toda a volta, e montanhas brancas atrás delas. Sabe lindamente depois de Katmandu, onde, em alguns bairros, só as árvores com templo ao lado escaparam ao machado. E, no raro jardim, até dá pena andar. Ainda há […]






Massagem

Saio de Katmandu de madrugada, antes da horda de arruaceiros pegar ao serviço. Vou até Pokhara, que me dizem ser muito bonito e pequeno. A greve tem outra expressão. Greve diz-se “banda” em nepalês. A partir das seis da tarde os piquetes perdem o seu fulgor matinal e há uns carros, uns riquexós, motas e […]