Saigão

Saigão, drogas e rock and roll.

Ainda um pouco confuso com os efeitos do Mefaquim/Lariam, decidi seguir para a cidade que nunca dorme. Não falo de Nova Iorque, mas sim da confusa cidade de Saigão. Acabara de perder uma grande amiga, e o “sleeping bus” desde Dalat, não ajudava em nada a que me sentisse melhor.

Confuso, com a cabeça leve, ainda com algumas lágrimas nos olhos, sentia-me confuso ao ponto de não conseguir aturar mais xé ôms, ou outros tipos de pessoas a tentarem conseguir algum dinheiro. 5 da manhã e a cidade já vibrava com centenas de motas cortando as ruas da cidade como facas afiadas.

Estava cansado o suficiente para pela primeira vez na vida pagar tanto por um quarto como pelo que tenho gasto na totalidade durante um dia.

Saigão não deixou saudades, nem pouco boas impressões. Guardei apenas os amigos que fiz e que me ajudaram num momento mais delicado.

2 comentários a Saigão

  1. Engraçado, eu gostei imenso de Saigão. Comecei logo por ver um placar enorme com a fotografia do Ronaldo. Achei as pessoas muito simpáticas, muito calmas e o movimento do trânsito apesar de assustador, tem o seu encanto. Só tive uma situação desagradável, estáva no passeio a tirar uma fotografia, quando um individuo de motorizada avança pelo passeio e deita a mão à máquina digital. Só por sorte, não me atirou ao chão, nem conseguiu levá-la. Considerei que isto pode acontecer em qualquer lado…

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